O presidente do TCE-PI, conselheiro Kennedy Barros, lançou ontem (28/05) o seu livro Controle de Políticas Públicas: A experiência do Tribunal de Contas do Piauí na abertura do Seminário de Pesquisa em Ciência Política da Universidade Federal do Piauí (UFPI).

Em sua fala aos participantes do evento, o presidente do Tribunal de Contas do Estado do Piauí deu ênfase à postura da Corte, nos últimos anos, ao direcionar o foco de sua atuação para o acompanhamento e a avaliação de políticas públicas, sem descuidar do aspecto de fiscalização.

Ele acentuou que essa guinada do TCE, objeto de estudo de seu livro, contribui para a correção de rumos e mitigação de eventuais erros na execução de políticas públicas. Isso resulta, segundo ele, no combate mais eficaz ao desperdício de recursos oficiais e na melhoria da qualidade dos serviços públicos.

Kennedy Barros é advogado e mestre em Ciência Política pela UFPI e seu livro, publicado pela Bienal Editora, é resultado da dissertação que defendeu ao final do curso.

O evento

O Seminário de Pesquisa em Ciência Política da UFPI segue até amanhã (sexta-feira, 30), no Centro de Ciências Humanas e Letras (CCHL). O evento é promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência Política, com a participação de professores, alunos da graduação e da pós-graduação em Ciência Política e outros convidados.

A cerimônia de abertura contou com a presença do pró-reitor de Pós-Graduação da UFPI, professor Carlos Sait, e do diretor do CCHL, professor Vitor Sandes.

A palestra de abertura, intitulada “Ciência Política: Desafios Institucionais, Práticas e Produção de Saberes”, foi proferida pela cientista política e professora Olívia Perez, diretora da Editora da UFPI. O seminário é conduzido pelo coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ciência Política, professor Raimundo Júnior.

O romance O Lago e a Urbe, do escritor e acadêmico Oton Lustosa, foi lançado na Academia Piauiense de Letras (APL) em sessão prestigiada, no último sábado (24/05).

A apresentação da obra foi feita pelo professor e acadêmico Felipe Mendes. A sessão foi presidida pelo acadêmico Fonseca Neto, vice-presidente da APL. O livro foi publicado pela Bienal Editora.

Além de acadêmicos, familiares do autor e outras destacadas personalidades do mundo intelectual, participaram do evento autoridades da magistratura, como os presidentes do Tribunal de Justiça do Piauí, desembargador Aderson de Brito Nogueira, e do Tribunal Regional Eleitoral, desembargador Sebastião Martins, dos quais o autor foi colega.

O desembargador e escritor Durval Aires Filho, membro da Academia Cearense de Letras, também prestigiou o evento. Também se fizeram presentes o desembargador Arnaldo Boson, do TRT do Piauí, e o ex-senador Elmano Férrer.

A obra

O novo romance de Oton Lustosa tem como tema principal a seca da lagoa de Parnaguá, fato ocorrido no ano de 2015; um fenômeno da natureza que impactou toda a região do Extremo Sul do Piauí e muito particularmente a população parnaguaense.

Ao longo do enredo, alguns conflitos paralelos se sucedem, como a crítica agressiva e interesseira de Alzira às atitudes do pai, o protagonista, a quem acusa de não honrar a memória da esposa falecida e de malbaratar o patrimônio da família.

Outro aspecto trabalhado na obra é a resistência de Adamastor (o ambientalista) às iniciativas expansionistas do agronegócio que, embora possa gerar grandes receitas e promover o desenvolvimento regional, quase sempre causa degradação ao meio ambiente.

Ao encerrar a sua composição literária, o autor, em final aberto, deixa ao leitor a faculdade de refletir sobre: desenvolvimento, riqueza e preservação ambiental; costumes, inovações tecnológicas e consumismo; religiosidade, superstição, fé, amor, solidão, traumas individuais e sociais, dentre outros temas.

O livro já foi lançado em Parnaguá, terra natal do autor, e Corrente. O próximo lançamento será em Parnaíba, onde Oton Lustosa morou e atuou como magistrado.

A professora Maria do Carmo Boson Paes lançou, neste final de semana, em Teresina, o livro “Nos passos de Maria – uma peregrinação pelos caminhos da fé”.

Publicado pela Bienal Editora, o livro narra a emocionante jornada de um grupo de piauienses que, em março deste ano, percorreu os principais Santuários Marianos em Portugal, na Espanha e na França.

A obra se apresenta como uma imersão na história, na arte e na espiritualidade desses locais sagrados, destacando a força da devoção mariana e sua vasta influência na cultura e na fé.

De Lisboa a Fátima, de Santiago de Compostela a Lourdes e de Lisieux a Paris, o livro transporta o leitor para os mesmos caminhos de fé trilhados pela autora.

Os lançamentos

O lançamento ocorreu em dois eventos distintos. Na sexta-feira, 23 de maio, o padre Luiz Eduardo Bastos, diretor espiritual da jornada e autor do prefácio do livro, reuniu o grupo de peregrinos em Teresina para uma celebração especial que marcou o início das comemorações.

No sábado, 24 de maio, Maria do Carmo Boson Paes recepcionou familiares e amigos em um restaurante local para o lançamento oficial.

O evento contou com a presença de diversas personalidades, incluindo o conselheiro Kennedy Barros, presidente do Tribunal de Contas do Piauí, o conselheiro Abelardo Vilanova, ex-presidente do TCE-PI, o desembargador do Trabalho Arnaldo Boson Paes, a empresária Van Fernandes e o jornalista Zózimo Tavares (membro da Academia Piauiense de Letras e editor do livro).

O próximo lançamento será em Brasília, onde reside a autora.

Confraternização dos peregrinos, em Teresina.

Lançamento do livro em Teresina

O escritor e acadêmico Oton Lustosa, desembargador aposentado do Tribunal de Justiça do Piauí, lança um novo livro no próximo sábado (24/05), às 10h, na Academia Piauiense de Letras.

Trata-se do romance O Lago e a Urbe. A obra, publicada pela Bienal Editora, será apresentada pelo professor e acadêmico Felipe Mendes.

O novo romance de Oton Lustosa tem como tema principal a seca da lagoa de Parnaguá, o maior lago natural do Brasil. O fato ocorreu em 2015.

O fenômeno da natureza impactou toda a região do Extremo Sul do Piauí e muito particularmente a população parnaguaense.

Ao longo do enredo, alguns conflitos paralelos se sucedem, como a crítica agressiva e interesseira de Alzira às atitudes do pai, o protagonista, a quem acusa de não honrar a memória da esposa falecida e de malbaratar o patrimônio da família.

Também ganha destaque a resistência de Adamastor (o ambientalista) às iniciativas expansionistas do agronegócio que, embora possa gerar grandes receitas e promover o desenvolvimento regional, quase sempre causa degradação ao meio ambiente.

Ao encerrar a sua composição literária, sobre um tema da atualidade, o autor, em final aberto, deixa ao leitor a faculdade de refletir sobre: desenvolvimento, riqueza e preservação ambiental; costumes, inovações tecnológicas e consumismo; religiosidade, superstição, fé, amor, solidão, traumas individuais e sociais, dentre outros temas que, conforme as circunstâncias, engrandecem ou diminuem o ser humano.

O novo romance de Oton Lustosa.

A memória do monsenhor Constantino Boson e Lima, falecido há 80 anos, foi reverenciada em sessão especial da Câmara Municipal de São Raimundo Nonato. A homenagem, prestada na última segunda-feira (19/05), contou com a participação da Prefeitura Municipal.

Na ocasião, foi lançado o livro Monsenhor Boson – O Missionário da Educação, de autoria do desembargador Arnaldo Boson Paes, do Tribunal Regional do Trabalho do Piauí. A biografia do monsenhor foi publicada no ano passado pela Bienal Editora.

A sessão solene foi proposta pelo vereador Rony Samuel. O presidente da Câmara Municipal, vereador Jairon Ramos, abriu a sessão e passou a condução dos trabalhos ao autor da proposição, que fez uma breve exposição sobre a vida sacerdotal e educacional do monsenhor Boson. Também destacou a importância do livro do desembargador para o resgaste e conhecimento de seu legado.

A sessão contou com a presença do prefeito Rogério Castro e da primeira-dama Talita Ribeiro, secretária municipal do Trabalho e Assistência Social; do desembargador Pedro Macêdo, filho da cidade; do juiz do Gustavo Martins; do presidente da subseção da OAB em São Raimundo Nonato, Marcos Menezes; do padre Herculano Negreiros, ex-prefeito do município; da empresária Van Fernandes; do escritor Marcos Damasceno, vice-prefeito de Dom Inocêncio; do jornalista e escritor Zózimo Tavares, membro da Academia Piauiense de Letras e diretor da Bienal Editora, além de vereadores e outros convidados de municípios vizinhos, inclusive da Bahia (Campo Alegre de Lourdes e Remanso).

Perfil biográfico

Constantino Boson e Lima nasceu em São Raimundo Nonato, em 15 de outubro de 1868, e faleceu em Parnaíba, em 1945, aos 77 anos.

Ele foi um dos líderes da Igreja Católica do Piauí, no começo do século 20, e um maiores educadores do Estado, tendo dirigido o Colégio Diocesano por quase 20 anos, no período inicial da tradicional escola, fundada em 1906.

Boson morou por quase 20 anos em São Luís do Maranhão, onde se ordenou. Foi vigário de Barras e também de Parnaíba.

Homenagem do Papa

Monsenhor Boson recebeu o título de camareiro secreto do papa e chegou a dirigir as Dioceses do Maranhão e do Piauí.

Ele recebeu várias homenagens pela sua contribuição ao sacerdócio e à educação.

É nome de rua em Teresina, no bairro Matinha, e de praça em Barras, e também de uma escola em Água Branca – Centro de Ensino de Tempo Integral (CETI) Monsenhor Boson, a principal da cidade.

A Câmara Municipal de São Raimundo Nonato realiza, na próxima segunda-feira (19/05), às 10h, Sessão Solene para reverenciar a memória do monsenhor Constantino Boson, na passagem dos 80 anos de seu falecimento.

A homenagem foi proposta pelo vereador Rony Samuel de Negreiros Nunes.

Ao final da sessão, haverá o lançamento do livro Monsenhor Boson – O missionário da educação.

A biografia foi escrita pelo desembargador, professor e escritor Arnaldo Boson Paes e publicada em janeiro de 2024 pela Bienal Editora. O autor estará presente à homenagem.

Perfil biográfico

Constantino Boson e Lima nasceu em São Raimundo Nonato, em 15 de outubro de 1868, e faleceu em Parnaíba, em 1945, aos 77 anos.

Ele foi um dos líderes da Igreja Católica do Piauí, no começo do século 20, e um maiores educadores do Estado, tendo dirigido o Colégio Diocesano por quase 20 anos, no período inicial da tradicional escola, fundada em 1906.

Boson morou por quase 20 anos em São Luís do Maranhão, onde se ordenou. Foi vigário de Barras e também de Parnaíba.

Homenagem do Papa

Monsenhor Boson recebeu o título de camareiro secreto do papa e chegou a dirigir as Dioceses do Maranhão e do Piauí.

Ele recebeu várias homenagens pela sua contribuição ao sacerdócio e à educação.

É nome de rua em Teresina, no bairro Matinha, e de praça em Barras, e também de uma escola em Água Branca – Centro de Ensino de Tempo Integral (CETI) Monsenhor Boson, a principal da cidade.

Capa da biografia do Monsenhor Boson