A bibliotecária Maria Lúcia Machado, da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos (Libray of Congress), visitou Teresina durante a 24ª edição do Salão do Livro do Piauí (SaLiPi), realizada de 5 a 14 de junho, no Espaço Cultural Rosa dos Ventos, na Universidade Federal do Piauí (UFPI).

Ela esteve em vários espaços do evento, como os estandes da Bienal Editora, da Academia Piauiense de Letras e da Entrelivros/Nova Aliança, além da Arena Cordel e da Livraria Monsenhor Melo, da Editora da UFPI.

A bibliotecária adquiriu obras de autores piauienses para o acervo da Biblioteca do Congresso Americano.

Do estande da Bienal Editora, por exemplo, ela levou os lançamentos João Paulo dos Reis Velloso: Contribuições para o planejamento econômico do Brasil, de Assis Veloso; Cuba: Recuerdos de la Isla, de Zózimo Tavares; 190 Anos do Poder Legislativo Piauiense, de Wilson Brandão e Zózimo Tavares; Reminiscências de um conterrâneo, de Daltro Holanda; O Lago e a Urbe, de Oton Lustosa; e Therê – Guia Literária e Afetivo de Teresina, de Arnaldo Boson.

A bibliotecária adquiriu, ainda, no estande da Bienal Editora os livros A Rua Coelho de Resende, de Flávio Nogueira; Piauí: Oportunidades de investimentos, de Magno Pires, e Carbaúba – uma riqueza do Piauí e HGV, de Zózimo Tavares.

Também foram adquiridos no mesmo estande os livros Os primeiros currais, de Odilon Nunes; Cartografias do prazer, de Bernardo Sá, e Não afobe política, de Ozildo Batista de Barros.

A Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos mantém há décadas um escritório de aquisições de obras de autores brasileiros.

O escritório funciona no Rio de Janeiro e adquire e envia continuamente para Washington publicações acadêmicas, literatura, documentos governamentais e cordéis brasileiros.

A bibliotecária com o acadêmico Felipe Mendes e o editor Zózimo Tavares, no estande da Bienal Editora.

Maria Lucia Machado com o editor Zózimo Tavares e o poeta Salgado Maranhão.

A bibliotecária Maria Lúcia Machado no estande da Bienal Editora com o acadêmico Felipe Mendes e o poeta Salgado Maranhão.

Maria Lucia Machado, Salgado Maranhão, Plínio da Silva Macêdo e Oton Lustosa, no estande da Bienal.

A bibliotecária com o editor Zózimo Tavares.

Livros adquiridos para a Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos.

O estande da Bienal Editora foi uma das novidades da 24ª. edição do Salão do Livro do Piauí (SaLiPi), encerrada ontem (14/06), no Espaço Cultural Rosa dos Ventos, na Universidade Federal do Piauí ((UFPI).

O evento foi aberto no último dia 4 de junho e acabou como um dos maiores em seus 24 anos de existência, com a participação de um público recorde em todas as suas atividades – palestras, oficinas, lançamentos de livros, apresentações artísticas, etc.

A Bienal Editora, fundada em Teresina em 2013, participou do SaLiPi pela primeira vez.

A editora levou seus autores à Estação Letras e Expressões, para bate-papo sobre literatura.

Eles também fizeram lançamentos de livros no estande da Bienal e circularam por outros espaços do evento.

O editor Zózimo Tavares anunciou que a Bienal estará no SaLiPi de 2027 com novidades.

O SaLiPi é realizado pela Fundação Quixote, com o apoio da Universidade Federal do Piauí e o patrocínio do Governo do Estado, através da Secretaria Estadual de Cultura.

Várias outras instituições apoiam o evento, como o Tribunal de Justiça, o Tribunal Regional Eleitoral, o Tribunal Regional do Trabalho e o Tribunal de Contas do Estado.

Mais de 100 livreiros participaram do evento.

O deputado federal Flávio Nogueira (PT) e o professor Assis Veloso abrem neste domingo (07/06) o programa da presença de autores da Bienal Editora na 24ª. edição do Salão do Livro do Piauí (SaLiPi).

Eles estarão no Auditório Letras e Expressões, na entrada do SaLiPi, no Espaço Cultural Rosa dos Ventos, da Universidade Federal do Piauí.

Flávio Nogueira vai falar aos convidados sobre seu livro “A Rua Coelho de Rezende”, publicado pela Bienal Editora.

Assis Veloso fará o lançamento de seu novo livro, “Reis Veloso: contribuições para o planejamento do Brasil”, publicado também pela Bienal.

Após o bate-papo no Espaço Letras e Expressões, os autores estarão no estande da Bienal Editora para a sessão de autógrafos de seus livros.

Onze autores que tiveram livros publicados pela Bienal Editora estarão presentes na 24ª edição do Salão do Livro do Piauí (SaLiPi), aberta na sexta-feira à noite (05/06), no Cineteatro da Universidade Federal do Piauí.

O evento se estende até o próximo dia 14, no Espaço Cultural Rosa dos Ventos da UFPI, com vasta programação, incluindo cursos, palestras, oficinas, exposições e lançamentos de livros.

Os autores da Bienal estarão no Espaço Letras e Expressões, onde falarão sobre suas obras, e em seguida participam de sessão de autógrafos no estande da editora, localizado em frente à agência do Santander.

São autores convidados da Bienal Editora para o SaLiPi 26: Arnaldo Boson, Assis Veloso, Daltro Holanda, Flávio Nogueira, Magno Pires, Moisés Reis, Oton Lustosa, Silvio Leite, Wilson Brandão, Wilson Martins e Zózimo Tavares.

A editora divulgará durante o evento os dias e horários da presença de cada autor no SaLiPi.

O livro João Paulo dos Reis Veloso: Contribuições para o planejamento econômico do Brasil é um dos lançamentos anunciados pela Bienal Editora para a 24ª edição do Salão do Livro do Piauí (SaLiPi).

A obra publicada pela Bienal Editora destaca as contribuições do economista e ex-ministro Reis Velloso para as atividades de planejamento econômico e de formulação de políticas de desenvolvimento no país, enquanto exerceu funções de assessoria e de direção superior nos governos da República, nas décadas de 1960 e 1970.

Como ministro do Planejamento, por dez anos, ele coordenou e conduziu a implementação do Programa Metas e Bases para a Ação de Governo e do I Plano Nacional de Desenvolvimento 1972-1974 (I PND) e também o II Plano Nacional de Desenvolvimento 1975-1979 (II PND).

O autor

           O autor da obra é professor Francisco de Assis Veloso Filho, Doutor em Economia pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).

           Dentre outras publicações, Assis Veloso escreveu o livro Uma estratégia de desenvolvimento para o Brasil. A visão de João Paulo dos Reis Velloso. Rio de Janeiro: Ideia D e Livros do Futuro, 2022.

           O SaLiPi 2026 começa no próximo dia 5, no Espaço Cultural Rosa dos Ventos, da Universidade Federal do Piauí, com duração de dez dias.

O livro Reminiscências de um Conterrâneo: Épocas remota e moderna de Ribeiro Gonçalves e Baixa Grande do Ribeiro será lançado na próxima quinta-feira (14/05), a partir das 18h, na Livraria Entrelivros (Av. Dom Severino, 1045, bairro de Fátima, em Teresina).

Seu autor é o cirurgião-dentista Daltro Holanda, nascido em Ribeiro Gonçalves e que ainda adolescente mudou-se para Teresina, para dar continuidade aos estudos.

Aos 80 anos, ele faz uma viagem no tempo e revisita lugares e episódios que ficaram em sua memória. Também conta a história dos dois municípios, situados no Extremo-Sul do Piauí.

Muito além de um relato

O livro “é mais do que um relato das memórias de Daltro Holanda. Trata-se de uma obra que transcende o simples registro de acontecimentos pessoais. Nele, Daltro compartilha, com sensibilidade e honestidade, os principais episódios que marcaram sua trajetória, construindo uma narrativa rica em experiências, valores e aprendizados”, escreve o médico Luciano Martins de Holanda, na apresentação da obra.

De tradicional família de Ribeiro Gonçalves, Daltro Holanda foi vereador no município e primeiro secretário municipal de Saúde de Baixa Grande do Ribeiro. Seu livro sai pela Bienal Editora.

O governador Rafael Fonteles inaugurou obras e outros melhoramentos públicos em Valença do Piauí, no último sábado (9/5), incluindo o Museu Mestre Dezinho e o Memorial Petrônio Portella, no Centro Histórico da cidade.

Espaço dedicado à preservação da história de uma das grandes personalidades da política piauiense, o Memorial Petrônio Portella foi reformado e modernizado e ganhou também um café.

A obra, realizada pela Secretaria Estadual de Cultura, fortalece a cultura e o turismo no município.

Biografia

Durante a entrega da obra houve a distribuição do livro Petrônio Portella – Uma biografia, do jornalista e escritor Zózimo Tavares.

Petrônio Portella nasceu em Valença do Piauí, em 1925, e aos 11 anos transferiu-se para Teresina, para dar continuidade aos seus estudos.

Ainda jovem, ingressou na política. Foi deputado estadual, prefeito de Teresina, governador do Piauí, senador e presidente do Congresso Nacional duas vezes.

Ele faleceu em 1980, aos 54 anos, no auge de sua carreira política, quando exercia o cargo de ministro da Justiça e a função de coordenador político do Governo.

Os projetos do Memorial e do Museu são de autoria do arquiteto e professor Paulo Vasconcelos, da Universidade Federal do Piauí.

Entre as autoridades e convidados presentes à inauguração estavam o secretário de Cultura, Rodrigo Amorim; o prefeito de Valença do Piauí, Marcelo Costa e Silva; o senador Marcelo Castro; o deputado Fábio Novo e o presidente da Fundação Quixote, Kassio Gomes.

A Assembleia Legislativa do Piauí realizou, nesta quinta-feira (7/5), sessão solene para celebrar os 85 anos de inauguração do Hospital Getúlio Vargas (HGV).

A homenagem foi proposta pelo deputado Dr. Gil Carlos (PT), que, convidado a usar a tribuna pelo presidente da sessão, deputado Francisco Limma (PT), afirmou que o HGV nasceu de um sonho ousado de seu idealizador e construtor, Leônidas Melo.

O deputado Gil Carlos destacou também a importância do hospital para a história do Piauí: “O HGV foi concebido pelo entendimento de que o Piauí precisava avançar na saúde pública e com ele nosso estado destacou-se na região e viramos referência”.

Para o deputado, celebrar a história do hospital é homenagear profissionais que enfrentaram e enfrentam diariamente os desafios da saúde pública com coragem, decência e espírito de serviço.

“O HGV é uma das instituições que mais orgulha a autoestima do piauiense”, afirmou o parlamentar.

O professor Bernardo Melo Neto, doutor em Farmácia, falou em nome da família de Leônidas Melo: “Para nossa família, o HGV tem um significado muito especial, por saber que meu avô ajudou a construir uma instituição tão importante para o povo piauiense”.

A história do HGV

Os dois oradores citaram o livro HGV – Um marco na saúde do Piauí, do jornalista e escritor Zózimo Tavares, lançado pela Bienal Editora, na passagem dos 80 anos do hospital.

O livro foi publicado através de emenda orçamentária do deputado Pablo Santos (PMDB), atual prefeito de Picos. 

Também fizeram uso da palavra, na sessão desta quinta-feira, o diretor-técnico do HGV, Thiago Pereira Diniz; a diretora do hospital, Nirvânia do Vale Carvalho; e o secretário de Saúde, Dirceu Hamilton Cordeiro Campêlo, que representou o governador Rafael Fonteles.

O jornalista e escritor Zózimo Tavares, autor do livro sobre a história do HGV, também se fez presente à sessão.

(Imagens: Thiago Amaral/Ascom-ALEPI)

Deputado Limma preside a sessão em homenagem aos 85 anos do HGV.

Deputado Gil Carlos destaca importância do hospital para o Piauí.

Bernardo Melo, neto de Leônidas, agradece homenagem.

Diretores e servidores do HGV prestigiam sessão em homenagem ao hospital.

O livro que conta a história do Hospital Getúlio Vargas

A Academia Piauiense de Letras (APL) realizou, sábado passado (25/04), o panegírico do poeta Álvaro Pacheco, que ocupou a Cadeira 30.

A oração da saudade foi proferida pelo acadêmico Zózimo Tavares, que discorreu sobre a vida e obra do homenageado.

A sessão foi conduzida pelo presidente da APL, Fonseca Neto, que exaltou Álvaro Pacheco como um dos maiores nomes da poesia brasileira contemporânea.

Na mesma sessão, o acadêmico Jonathas Nunes lançou o livro “A Reverência Acadêmica”, com poemas dedicados aos imortais da APL, da Academia de Ciências do Piauí e da Academia Luso-Brasileira de Letras.

A obra foi apresentada pelo acadêmico Luiz Ayrton Santos.

Do Piauí para o Rio

Zózimo Tavares recordou que Álvaro Pacheco nasceu em 26 de novembro de 1933, em Jaicós, no semiárido piauiense.

“Muito cedo meteu o pé na estrada, deixando para trás os sertões ermos só lembrados pelos donos do poder em tempos de seca e de eleição”, relatou.

“A primeira parada foi Teresina, onde cresceu sob os cuidados de parentes. O que mais lhe marcou foi o tio Cláudio Pacheco, jurista com quem conviveu por longos anos”.

Depois de falar sobre a ida de Álvaro para o Rio de Janeiro, em 1950, o orador discorreu sobre a militância dele no jornalismo e a formatura em Direito.

Também descreveu a atuação do homenageado como editor, ao transformar a Artenova em uma das principais editoras do Brasil.

E lembrou que, no início da década de 1970, no primeiro Governo Alberto Silva, o Piauí executou o seu mais ambicioso projeto editorial até àquela época, publicando mais de 40 livros.

Uma parte dessas obras foi publicada pela Companhia Editora do Piauí (Comepi), em condições modestas, e outra pela Artenova, em fino acabamento gráfico, usando o que havia de mais moderno à época.

Percurso poético

Zózimo Tavares mostrou que a obra de Álvaro Pacheco está reunida em 16 livros: Os Instantes e os Gestos (1958); Pasto da Solidão (1965); Margem, Rio, Mundo (1966); O Sonho dos Cavalos Selvagens (1967); A Força Humana (1970); A Matéria do Sonho (1971); Tempo Integral (1973); O Homem de Pedra (1975); Itinerários (1983); Seleção de Poemas (1984); Balada do Nadador do Infinito (1984); A Geometria dos Ventos (1992); Tryptique Pour  Vang  Gogh (1994); Solstício de Inverno (1998); A Balada e Outros Poemas (2001) e Epifania das Estrelas para Galileu Galilei (2002).

Prêmios e antologias

O orador citou também que, em 1984, saiu a sua primeira antologia, Seleção de Poemas, organizada por Odylo Costa, filho, Rubem Fonseca e Fábio Lucas.  No ano seguinte, o poeta recebeu o Prêmio Nacional de Literatura do Pen Clube do Brasil, por seu livro Balada do nadador do infinito.

Organizada por Bruno Tolentino, Antônio Carlos Secchin e Teresa Velho, A Balada e Outros Poemas, sua segunda antologia, foi publicada em 2001. A União Brasileira de Escritores (UBE) concedeu ao poeta, unanimemente, o Prêmio Cecília Meireles de Poesia por este livro.

Álvaro Pacheco faleceu em novembro de 2025 e ocupou a Cadeira 30 da APL por 31 anos.

(Imagens: Assessoria da APL e Kassio Gomes)

O mundo político, empresarial e intelectual prestigiou o lançamento do documentário Dirceu Arcoverde 100 anos e do livro Dirceu Arcoverde – Esperança interrompida, realizado no Sesc Cajuína, em 16 de março passado.

O ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, o presidente nacional do PP, senador Ciro Nogueira, e o deputado federal Flávio Nogueira estão entre os políticos que circularam pelo evento.

Também participaram do lançamento o ex-governador Wilson Martins, membros da Academia Piauiense de Letras e o humorista João Cláudio Moreno.

O lançamento foi articulado pelo deputado federal Júlio Arcoverde, filho do homenageado.

O evento foi organizado pela Plug Propaganda e a UPJ Produções, produtoras do filme, e pela Bienal Editora, responsável pela publicação do livro.   

O filme

Com 40 minutos de duração, o filme tem roteiro do publicitário George Mendes e do jornalista Zózimo Tavares.

A produção mergulhou fundo no acervo de imagens do senador e ex-governador Dirceu Arcoverde, falecido em 16 de março de 1979.

O filme traz também depoimentos de contemporâneos que conviveram com Dirceu na condição de médicos, amigos, assessores, correligionários e adversários.

O documentário apresenta, ainda, filmes publicitários do Governo Dirceu Arcoverde e trechos de seu único discurso no Senado.

Biografia

O livro, de autoria do jornalista e cientista político Zózimo Tavares, conta a história de vida, a carreira profissional e a trajetória política do ex-governador e ex-senador Dirceu Arcoverde, nascido em Amarante, em 1925.

O biografado foi um conceituado médico, um dos fundadores da Faculdade de Medicina do Piauí e secretário estadual de Saúde no primeiro Governo Alberto Silva (1971 – 1975).

Ele governou o Piauí de 1975 a 1978, quando renunciou para concorrer ao Senado.

Vitorioso nas urnas, exerceu o mandato por apenas 44 dias, pois faleceu em decorrência de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) quando fazia seu discurso de estreia na tribuna do Senado. Tinha 53 anos.

(Imagens: Jonathan Dourado)

Por Carlos Rubem

Promotor de justiça aposentado e presidente da Fundação Nogueira Tapety, em Oeiras.

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Adquiri, à sorrelfa, um exemplar do livro “Dirceu Arcoverde – Esperança Interrompida”, de autoria do jornalista Zózimo Tavares.

A capa do livro estampa uma fotografia apanhada em 1978 onde se vê o biografado rodeado de correligionários no interior da Farmácia Popular, em Oeiras, que pertenceu a Ditinho Reis, meu pai.

Conheci o Dr. Dirceu Arcoverde, médico, em meados de setembro de 1971, na qualidade de Secretário de Saúde da gestão Alberto Silva, oportunidade em que este mandatário instalou seu governo, por três dias, em Oeiras.

Depois, vi-o em diversas oportunidades, inclusive quando também instalou por cá o seu governo (1975 – 1978), no dia 24.01.1978, data em que se comemora a verdadeira “Adesão do Piauí ao Grito do Ipiranga”, em 1823. Muitas inaugurações, festa bonita!…

No dia 14.08.1978, desincompatibilizou-se do cargo de governador para concorrer à uma vaga no Senado Federal. A campanha eleitoral daquele ano foi acirrada. Disputou contra Alberto Silva. Logrou êxito.

Até há pouco guardava uma puída camiseta constando os seguintes dizeres: FAÇA COMO EU VOTE EM DIRCEU.

São cinco os capítulos que compõem o livro. Começa com “Horas de tensão, dias de angústias”, no qual o autor relata as circunstâncias em que o perfilado fez sua estreia na tribuna parlamentar, no dia 09.03.1979, ocasião em que sofreu um Acidente Vascular Cerebral – AVC, levando-o à morte sete dias depois.

Fiquei impactado com o que li logo no primeiro capítulo.

Revelações que não cabem aqui declinar. Suspendi a leitura para fazer estas anotações preliminares.

Tomara que, em breve, a obra venha a lume para que todos possam ter a possibilidade de saborear informações instigantes.

Dr. Dirceu foi um pró-homem!

A Bienal Editora anuncia para o próximo dia 16 de março o lançamento presencial, com sessão de autógrafos, do livro Dirceu Arcoverde – Esperança interrompida.

A obra, de autoria do jornalista e cientista político Zózimo Tavares, foi publicada durante a Pandemia da Covid-19 e teve lançamento apenas virtual, em função do isolamento social que vigorava na época.

O livro foi publicado através de emenda do deputado Júlio Arcoverde (PP), filho do biografado.

O lançamento presencial será no Sesc Cajuína, a partir das 18h do dia 16, como parte do lançamento do documentário Dirceu Arcoverde – 100 anos, produzido pela Plug Propaganda, nas celebrações do centenário de nascimento do biografado.

Biografia

O livro conta a história de vida, a carreira profissional e a trajetória política do ex-governador e ex-senador Dirceu Arcoverde, nascido em Amarante, em 1925.

O biografado foi um conceituado médico, um dos fundadores da Faculdade de Medicina do Piauí e secretário estadual de Saúde no primeiro Governo Alberto Silva (1971 – 1975).

Ele governou o Piauí de 1975 a 1978, quando renunciou para concorrer ao Senado.

Vitorioso nas urnas, exerceu o mandato por apenas 44 dias, pois faleceu em decorrência de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) quando fazia seu discurso de estreia na tribuna do Senado. Tinha 53 anos.

Biografia de Dirceu Arcoverde chega ao público leitor.

A Confraria do Bar do Santana voltou a se reunir, ontem (23) à noite, para uma nova celebração: o lançamento do livro que conta a sua própria história.

Com o título Amigos do Santana – do Bar à Confraria, o livro foi escrito por Gustavo Said e Nina Cunha e publicado pela Nova Aliança.

Como o título indica, a confraria nasceu como bar, aberto na década de 1960 pelo seu proprietário, José Santana, na Praça da Liberdade, no Centro de Teresina.

Na década de 1970, o bar se transferiu para a Rua Álvaro Mendes, ao fundo da sede do jornal O DIA.

E foi lá que nasceu a confraria, em meados da década seguinte, a partir da aglomeração de seus frequentadores, destacando-se os irmãos Armando, Aluisio, Fernando e Roberto Gayoso, vizinhos do bar.

O bar na história

O livro de Gustavo Said e Nina Cunha conta a história do bar e da confraria, destacando seus principais momentos, como a definição do nome, o novo endereço, a turma da moto, a formação da confraria, os eventos realizados – como o corso – e os novos rumos, após o falecimento de seu proprietário, há mais de 20 anos.

“O bar, nesse sentido, é um microuniverso em meio à cidade. Assim, ao falar de como surge o estabelecimento, de como o Santana se relaciona com os clientes ou de como o bar vai se transformando, o texto pode nos guiar a entender também a própria cidade no tempo e no contexto em que se se localizam as personagens da narrativa, na qual o bar é uma espécie de protagonista involuntário”, escreve o jornalista Cláudio Barros, na apresentação da obra.

A Confraria

Santana, parente do jornalista Carlos Castello Branco, formou sua fiel clientela a partir de suas relações com intelectuais, boêmios, profissionais liberais, homens de negócios, políticos e autoridades.

Entre os frequentadores de seu bar, estiveram os prefeitos Heráclito Fortes e Silvio Mendes, os governadores Hugo Napoleão, Freitas Neto, Guilherme Melo e Wellington Dias e ainda os empresários João Claudino, Segisnando Alencar, Humberto Castro e Ney Paranaguá e o hoje ministro Carlos Augusto Pires Brandão (STJ). Entre os artistas, o cantor e compositor Silizinho.

O bar fechou com o falecimento de seu dono, mas a confraria se manteve, reunindo-se com frequência em outros locais.

O livro

A publicação do livro foi articulada pelo publicitário Silvio Leite, um dos fundadores da Confraria.

O lançamento de ontem foi para os membros da Confraria e convidados. O evento foi organizado pelo empresário Paulo Nery, membro da Confraferia.

Haverá um lançamento para o próximo na próxima terça-feira (27/01), a partir das 19h, na Livraria Entrelivros (Av. Dom Severino, 1045, bairro de Fátima).

Imagens: Magal

O publicitário Silvio Leite apresenta o livro

Jornalista Zózimo Tavares elogia o autor e a confraria pela publicação da obra.

Santana, em uma das páginas do livro.

A Confraria, em uma de suas confraternizações de fim de ano.

Santana, dona Nenem (esposa) e Silvio Leite nas páginas do livro.

O Bar e Confraria do Santana, ontem à noite.

Por Álvaro Mota (*)

Quase dois anos atrás, em fevereiro de 2024, escrevi a respeito do livro Monsenhor Boson, missionário da educação, de autoria do desembargador federal do Trabalho, Arnaldo Boson Paes, que agora volta às lides literárias com uma obra ainda mais instigante: Therê, guia literário e afetivo de Teresina (Bienal Editora, 2025), com 190 páginas de um passeio pela história da capital do Piauí por meio de escritores.

Pelo menos dez autores são usados por Boson para descrever a cidade que o adotou, ainda adolescente, estudante do ensino médio, vindo do sertão baiano-piauiense, nascido que é na cidade de Campo Alegre de Lourdes, nas proximidades de São Raimundo Nonato.

Prosa

O livro trata em dez capítulos da descrição de Teresina através de Monsenhor Joaquim Chaves, nascido em Campo Maior, seu mais dileto e completo historiador; Abdias Neves, nascido em Teresina apenas 24 anos após a fundação da cidade; João Nonon de Moura Fontes Ibiapina, picoense que faleceu em Parnaíba; Hindemburgo Dobal Teixeira, o poeta teresinense H. Dobal, que tão bem escrevia em prosa; o barrense José de Arimathea Tito Filho, mais profícuo e apaixonado cronista teresinense; José Ribamar García, advogado e escritor, que mesmo morando no Rio de Janeiro, estreita as relações com a cidade; Oton Lustosa, magistrado e escritor nascido na bicentenária cidade de Parnaguá, teresinense desde muito jovem; Cineas Santos, poeta, escritor, livreiro e professor legado por ele próprio a Teresina, vindo da sertaneja Caracol, no sopé da Serra das Confusões.

Poesia

A Teresina dos poetas é descrita a partir de Lucídio Freitas e dos compositores – que podem também ser poetas, por que não? – e complementa-se pela obra de Torquato Neto nos dois capítulos finais deste livro que é essencialmente referencial para historiadores, cientistas sociais e outros estudiosos acadêmicos que dele queiram tirar proveito.

Sem que se esteja somente exercendo a necessária arte da gentileza, é preciso reconhecer que o livro de Boson é bom de ler – tem um texto conciso, direto, escorreito. Há prazer em passear por suas 190 páginas – as últimas com referências bibliográficas que acrescentam à obra sua condição de um livro para se consultar e se estudar.

O percurso

Monsenhor Chaves, descritor de Teresina desde antes de sua atuação na cidade enquanto pároco da matriz de Nossa Senhora do Amparo, é quem abre o livro – numa espécie de desfile de textos que analisam a produção literária de autores sobre a capital do Piauí. Fazê-lo preceder os demais é, para além de um ato respeitoso de Boson Paes, justo reconhecimento do trabalho dele sobre a cidade – e não apenas como literato e historiador, mas como autor de obra fundamental na paisagem urbana, ao dar à Matriz do Amparo suas belíssimas torres.

Se Chaves descreve a cidade a partir de sua gênese e no seu desenvolvimento inicial, graças às suas pesquisas historiográficas fundamentais, Abdias Neves retrata sua sociedade no começo do século XX, no seu livro essencial Um manicaca, um romance que desenha o incipiente espaço citadino local, que se mostrará um tanto quanto congelado no tempo no final da primeira metade do mesmo século, quando descrito na crueza do romance Palha de Arroz, de Fontes Ibiapina.

Fontes descreve a cidade atravessada pelo temor da ditadura Vargas, aterrorizada pelos incêndios, que nas crônicas de H. Dobal (Roteiro sentimental e pitoresco de Teresina) é retratada com uma ironia condescendente, enquanto Tito Filho declara amor rasgado em crônicas – mesmo gênero usado por Cineas Santos.

Oton Lustosa olha-a pela visão dos seus personagens, algo que também faz Ribamar Garcia, só que pelo seu próprio olhar – algo presente na obra de Lucídio Freitas, para quem a cidade é um amor permanente e em Torquato Neto, que congelou o tempo quando falou da Pacatuba, a rua do Barrocão.

Assim, de texto em texto, o livro de Boson nos traz a possibilidade de viajar por muitas Teresinas, presentes no passado, que seu livro muito apropriadamente resgata, guarda e resguarda.

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(*) É advogado, procurador do Estado e mestre em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco – UFPE. Álvaro também é presidente do Instituto dos Advogados Piauienses. Publicado originalmente no portal piauihoje.com.

O presidente do Tribunal de Contas do Estado do Piauí (TCE-PI), conselheiro Kennedy Barros, ministrou, no sábado passado (29/11), o módulo Controle Externo e Cidadania, do Curso de Fé e Política.

O curso vem sendo ministrado desde março passado pela Escola de Formação Dom Miguel Câmara, da Arquidiocese de Teresina, com aulas presenciais, em sábados alternados.

Kennedy Barros abordou temas do controle externo, do controle social e das políticas públicas, relacionando-os com a fé e a política.

Ele destacou também a importância do Curso Fé e Política, voltado para a formação política de leigos e o fortalecimento da cidadania.

Lançamento

Ao final da aula, o conselheiro Kennedy Barros distribuiu com os presentes seu livro Controle de Políticas Públicas – A experiência do Tribunal de Contas do Piauí, lançado este ano pela Bienal Editora.

Kennedy Barros é formado em Direito, especialista em Direito do Estado pela Universidade Federal do Ceará e mestre em Ciência Política pela Universidade Federal do Piauí.

As atividades da Escola Fé e Política são realizadas no Plenarinho Dom Sérgio da Rocha, no Centro Pastoral Paulo VI (Av. Frei Serafim, 3.200).

O curso matriculou 50 alunos e as aulas seguem até março de 2026.

Therê – Guia Literário e Afetivo de Teresina é o novo livro do escritor Arnaldo Boson Paes.

A obra foi lançada no aniversário do autor, sábado passado (25/10), na presença de familiares, amigos e outros convidados.

Já no prólogo, Boson traz a explicação do título, gravado na Grande Enciclopédia Internacional de Piauiês, do jornalista, professor e poeta Paulo José Cunha: “Therê, forma sincopada de Teresina, como Sampa é de São Paulo, Copa é de Copacabana, Floripa de Florianpolopis, Belô de Belo Horizonte”.

Em prosa e verso

O livro apresenta Teresina na visão de historiadores, romancistas, poetas, cronistas e compositores que interpretam a cidade desde a sua origem, em 1852, até os dias atuais.

Boson faz recortes das obras desses autores de modo a enquadrar a capital em cada momento retratado por eles:

“Nossa aventura literária levará o leitor à Cidade Nascente de Monsenhor Chaves, à Cidade Provinciana de Abdias Neves e à Cidade em Chamas de Fontes Ipiapina.  Continuaremos pela Cidade Pitoresca de H. Dobal e pela Cidade Amada de A. Tito Filho”.

E promete, ainda:

“Nossa jornada não para aí: ela guiará o leitor também pela Cidade Verde de Ribamar Garcia, a Cidade Marginal de Oton Lustosa, a Cidade Mutante de Cineas Santos. E também pela Cidade Poética de Lucídio Freitas e de outros poetas e, finalmente, pela Cidade Musical de Torquato Neto e de outros compositores”.

O autor

Arnaldo Boson Paes é baiano. Desde a adolescência mora em Teresina, onde deu prosseguimento aos seus estudos, fez-se magistrado, professor universitário e escritor.

Seu novo livro, publicado pela Bienal Editora, já foi distribuído nas principais livrarias de Teresina.

(Imagens: Jonathan Dourado)

Isabel Fonteles, governador Rafael Fonteles, Boson e Van Fernandes.

O autor e família.

Boson com a presidente da APL, Fides Angélica, e o professor Marcelino Leal.

Com o conselheiro Jaylson Campelo, apresentador da obra, e Fabrícia.

Por Carvalho e Silva, Ex-Deputado Estadual

Em 2025, Petrônio Portella completaria 100 anos. Falar sobre ele é recordar parte da história política do Piauí e do Brasil. Tive o privilégio de conviver com esse grande homem em diferentes momentos da vida, coincidências que marcaram profundamente minha trajetória pessoal e pública. Nossos caminhos se cruzaram diversas vezes, como aluno, servidor e político, e cada encontro reforçou minha admiração por sua inteligência, integridade e espírito conciliador.

Após concluir o ginásio, no Colégio São Francisco de Sales – Diocesano, ingressei na Escola Técnica de Comércio do Piauí. A primeira disciplina ministrada no primeiro dia de aula foi Prática Jurídica Comercial e, para nossa surpresa, o professor era Petrônio Portella Nunes, então prefeito de Teresina. Todos nós, alunos, além de surpresos, ficamos honrados com a oportunidade de conhecer e aprender com aquele que já se destacava como uma grande liderança.

Durante alguns semestres, tive aulas com o professor Petrônio Portella. Um homem sempre íntegro e com vasto conhecimento a compartilhar. Alguns anos depois, concluí o curso de Direito na Faculdade de Direito do Piauí e fui nomeado Diretor Regional dos Correios do Piauí (DR-PI). Nessa época, Petrônio Portella já era governador do Estado.

Devido às solenidades públicas, tive o prazer de encontrá-lo em várias ocasiões. Em setembro de 1966, decidi pedir exoneração dos Correios e me candidatar a deputado estadual. Naquele momento, o grande líder político era ele, Petrônio Portella, que também havia deixado o cargo de governador para concorrer ao Senado da República.

Mais uma coincidência política unia nossos caminhos: ele, candidato a senador; eu, a deputado estadual. Dividimos o palanque diversas vezes, e embora soubesse que sua figura era sempre maior e mais influente, sentia-me honrado por caminhar ao lado de um homem de tamanha estatura moral e política.

No dia 1º de janeiro de 1967, tomei posse como membro da Assembleia Legislativa do Piauí, enquanto, na mesma data, Petrônio Portella assumia o mandato de senador da República, iniciando uma trajetória que o consagraria como um dos maiores políticos de todos os tempos.

Em suas vindas ao Piauí, sempre nos encontrávamos. Recordo com nitidez o dia da posse de Alberto Silva, quando tive a honra de ler o termo de posse e, ao meu lado, estava o senador Petrônio Portella, testemunhando mais um momento marcante da história política piauiense.

Em 1978, Petrônio foi indicado como representante do governo para coordenar as candidaturas a governador. À época, existiam as sublegendas, e cada Arena podia lançar dois nomes. Votei na Assembleia Legislativa para o governador Lucídio Portella, irmão de Petrônio.

Logo após Lucídio assumir o governo, fui nomeado Secretário de Trabalho e Ação Social. Nessa função, viajei diversas vezes a Brasília, onde tive a oportunidade de reencontrar e dialogar com o senador Petrônio Portella.

Ao longo de todos esses anos, desde o tempo em que foi meu professor até seus últimos dias de vida, mantive por ele profunda admiração. Petrônio foi, sem dúvida, o maior político que o Piauí e o Brasil já tiveram. No Senado Federal, deixou marcas indeléveis, inclusive sendo nomeado Ministro da Justiça, posição na qual exerceu papel decisivo na redemocratização do país.

Em cada fase da sua vida pública, demonstrou notável capacidade de articulação e uma habilidade rara de apaziguar ânimos em tempos de grande tensão. Sua liderança serena e conciliadora foi fundamental para abrir caminhos ao diálogo e à transição política do Brasil.

Neste centenário de Petrônio Portella, presto minha homenagem a esse mestre que tanto me inspirou. Relembrar as coincidências e vivências políticas que partilhamos é, para mim, motivo de honra e gratidão.

Petrônio Portella era apontado como um dos principais nomes para disputar a Presidência da República. Tenho convicção de que teria sido um grande presidente, se não tivesse falecido precocemente em 6 de janeiro de 1980. Sua morte representou uma perda irreparável para a política piauiense, para o Brasil e para a democracia.

O livro Flores Vermelhas em Noites Azuis, do advogado, escritor e acadêmico Moisés Reis, será lançado neste sábado (25/10), às 10h, na Academia Piauiense de Letras (APL).

A obra, publicada pela Bienal Editora, está saindo em nova edição – revista ampliada e melhorada.

O autor, advogado militante e escritor, já publicou, entre outros, os livros Olhos de Argos e Constitucionalismo e Profecia em Roberto Campos: O Liberal e o Liberalismo na Constituição de 1988.

É sócio do Instituto Histórico de Oeiras e membro da Academia Piauiense de Letras, onde ocupa a Cadeira 28.

Outros livros serão lançados na sessão deste sábado da APL.

“De Valença para o mundo” foi o tema da palestra que o jornalista e escritor Zózimo Tavares proferiu no Salão do Livro de Valença (SaLiVa), no sábado passado (18/10).

O jornalista falou sobre a trajetória política do senador Petrônio Portella, nascido em Valença, em 12 de setembro de 1925.

Biógrafo de Petrônio, Zózimo Tavares discorreu sobre a infância do biografado em Valença do Piauí, sua transferência para Teresina, aos 12 anos, os estudos no Rio de Janeiro e a carreira política.

O palestrante citou episódios sobre a atuação de Petrônio como deputado estadual, prefeito de Teresina, governador do Piauí, senador da República e ministro da Justiça.

Ele destacou os encontros de Petrônio Portella com várias personalidades mundiais, entre elas dois presidentes norte-americanos – John Kennedy, quando era governador, e Jimmy Carter, quando presidiu o Congresso Nacional.

O escritor afirmou que, apesar de ter saído muito novo de Valença e de viver longe da terra natal, Petrônio carregava a cidade no coração.

“Em suas entrevistas e conferências, ele sempre se reportava ao Piauí e a Valença. E sua chácara em Brasília recebeu justamente o nome de “Valença”. Para que maior declaração de amor? ”, concluiu.

14º SaLiVa no CETI Santo Antônio, em Valença do Piauí.

Coordenador do SaLiVa, Kássio Gomes, apresenta o escritor.

O jornalista e escritor Zózimo Tavares fez uma palestra ontem (01/10) para alunos do Curso de Ciência Política da Universidade Federal do Piauí sobre três personagens biografadas por ele: Petrônio Portella, Alberto Silva e Dirceu Arcoverde.

O convite para a palestra partiu do professor Cleber de Deus, PhD em Ciência Política (IAI – Berlim, Alemanha) e coordenador do Núcleo de Estudos Políticos da UFPI. Ele ministra no curso a disciplina Política Piauiense.

O jornalista, que é também cientista político egresso do curso da UFPI, discorreu sobre os três personagens, destacando a importância de cada um deles para a política recente do Piauí e o contexto de sua atuação.

As biografias de Petrônio Portella, Alberto Silva e Dirceu Arcoverde, publicadas pela Bienal Editora, foram adotadas na disciplina Política Piauiense do Curso de Ciência Política da UFPI.