A capa do livro Bacia do Canindé, que o médico e ex-governador Wilson Martins lança neste sábado (09/03), no Centro Cultural SESC Cultura Cajuína, em Teresina, é uma criação da artista plástica Naza.
A pintora nasceu no Vale do Canindé, mais precisamente no município de Santa Cruz do Piauí, onde também nasceu o autor do livro, e morou em várias regiões do Brasil, antes de alçar voos mais altos e mudar-se para os Estados Unidos, em 1985.
A piauiense ganhou projeção e reconhecimento internacional ao participar de salões individuais em galerias, museus e centros culturais dos EUA e também na Europa.
Ela já pintou personalidades como o então presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, o astronauta John Glenn, a princesa Diana, o piloto Ayrton Senna e o cantor Roberto Carlos.
Também já ganhou, entre outros, os prêmios Mulher do Ano (Boca Raton), Croix De’Argeant (Lê Mérite Dévouement Français) em París e a Comenda Renascença (Governo do Piauí).
A jornalista Suzane Jales escreveu e publicou o livro “O Figurativo Abstrato de Naza”] (Abstracted Realism by Naza), com o patrocínio da cidade de Teresina e do Grupo Claudino. O livro foi lançado em 1998.
O lançamento
O livro Bacia do Canindé, publicado pela Bienal Editora, será lançado no SESC Cajuína a partir das 18h deste sábado.
A renda do lançamento será revertida para as obras culturais e sociais da Fundação Cristo Rei/Museu Dom Avelar e Fundação Maria Carvalho Santos.
(Com informações e imagens de https://portfoliovip.com.br/a-biografia-completa-da-renomada-artista-plastica-piauiense-naza-mcfarren/)

A capa do livro de Wilson Martins

Presidente Obama pela arte de Naza.

Naza com Roberto Carlos
A renda do lançamento do livro Bacia do Canindé, de autoria do ex-governador Wilson Martins, será revertida para as atividades de duas instituições que lidam com ações culturais e sociais no Piauí, a Fundação Cultural Cristo Rei e a Fundação Maria Carvalho Santos.
A Fundação Cultural Cristo Rei mantém o Museu Dom Avelar Brandão Vilela, no bairro Cristo Rei, zona Sul de Teresina (foto em destaque).
Inaugurado em 2019, o museu tem um acervo de 21.400 itens, sendo 14.800 moedas, dentre elas algumas datadas de antes de Jesus Cristo.
O museu abriga biblioteca, o Setor de Arqueologia, um auditório e salas de Reserva Técnica (veja aqui: https://instagram.com/museudomavelar)
O acervo começou a ser constituído a partir das coleções pessoais de moedas, selos e minérios do Pe. Pedro Maione, frutos de viagens à Europa e da doação de amigos, parentes e jesuítas.
As coleções se dividem em: Numismática (moedas), Filatelia (selos), Arqueologia, Conquiliologia (conchas), Mineralogia, Fósseis, Animais taxidermizados, Zoologia e Arte popular mundial.
Luta contra o câncer
Já a Fundação Maria Carvalho Santos é uma instituição sem fins lucrativos com sede em Teresina que atua nos Estados do Maranhão, Piauí, Ceará e Tocantins na promoção do diagnóstico precoce do câncer de mama, educação em saúde, práticas de advocacy e adaptação social das mulheres com câncer de mama, doando próteses, perucas, medicamentos, etc.
A entidade reúne voluntários para promover suas ações e, na medida que dispõe de recursos, realiza seus 51 projetos voltados para a problemática do câncer de mama.
Todas as pessoas com câncer de mama são atendidas gratuitamente na sua sede, situada na Rua São Pedro, 3113, bairro Ilhotas.
Há também uma farmácia solidária mantida pela instituição.
Em 22 anos de atuação já atendeu mais de 200 mil mulheres. Todos os anos, realiza o Movimento Outubro Rosa.
O livro
O livro Bacia do Canindé sai pela Bienal Editora em edição de luxo, capa dura e papel couchê, com imagens coloridas. Tem 495 páginas e no lançamento será vendido a R$ 100 o exemplar.
(Fonte: https://afonte.org.br/site/a-fundacao/)

Do acervo do Museu Dom Avelar/Imagem: Jacinto Teles/JTNews

Fundação Maria Carvalho Santos

Capa do livro Bacia do Canindé.
“O leitor de Bacia do Canindé será levado a viajar no tempo; do primitivo e atrasado Piauí ao moderno Estado em construção – tudo isso na mesma região”.
A opinião foi manifestada pelo ministro Wellington Dias (Desenvolvimento Social), no prefácio do livro Bacia do Canindé, que o ex-governador Wilson Martins lançará no próximo sábado (09/03), em Teresina.
O ministro assegura que o autor surpreenderá o leitor “com seus profundos estudos e disposição que teve de ir em cada canto desta bacia”.
E avisa: “E quem pensa que já sabe muito a respeito descobrirá que ainda tem muito a aprender, e que também falta desbravar muitos lugares em nosso rico Piauí”.
Descoberta do Piauí
O livro de Wilson Martins, segundo o ministro, além de descrever a Bacia do Canindé em detalhes, trata ainda sobre a história e a cultura da gente da região: clima, secas, geologia, aquíferos, riqueza mineral, turismo, comércio, agricultura e agropecuária.
“Ao tempo em que retrata a vida rigorosa da caatinga, o estudo embarca nas mudanças econômicas e sociais que a região experimentou nas últimas décadas”, enfatiza.
Por fim, o prefaciador prevê que “Bacia do Canindé é um marcante topônimo que, na obra de Wilson Martins, vai acender o entusiasmo para que o mundo, o Brasil e o próprio Piauí descubram o Piauí”.
O livro do ex-governador Wilson Martins, publicado pela Bienal Editora, será lançado no Salão Nobre Nerina Castelo Branco, no Centro Cultural SESC Cajuína, a partir das 18h de sábado próximo.
O livro Bacia do Canindé, de autoria do médico, professor e ex-governador Wilson Martins, será lançado no próximo sábado (09/03), às 18h, no Salão Nobre Nerina Castelo Branco, no Centro Cultural SESC Cajuína, bairro dos Noivos, em Teresina.
Em quase 500 páginas, o livro descreve em minúcias a maior das nove sub-bacias que compõem a Bacia do Rio Parnaíba.
Como mostra a obra, a Bacia do Canindé é composta por 15 rios e 418 riachos, cobrindo 89 municípios do Sul do Piauí, todos relacionados no livro.
A obra é ilustrada por imagens, mapas e infográficos e se baseia em vasta bibliografia sobre o tema, bem como em pesquisas de campo realizadas pelo autor ao longo de vários anos de estudo.
O livro sai pela Bienal Editora, com prefácio do ministro Wellington Dias e apresentação do jornalista Zózimo Tavares, ambos da Academia Piauiense de Letras.
O autor
Wilson Nunes Martins nasceu em Santa Cruz do Piauí, no Vale do Canindé, em 1953. É médico e professor aposentado de neurologia na Universidade Federal do Piauí.
Foi também neurocirurgião do Hospital Getúlio Vargas e presidiu a Associação Piauiense de Medicina, no período de 1991 a 1993.
A seguir, exerceu os cargos de presidente da Fundação Municipal de Saúde e secretário municipal de Saúde de Teresina.
Elegeu-se deputado estadual em 1994, reelegendo-se nas legislaturas seguintes, até ser eleito vice-governador, em 2006.
Exerceu dois mandatos de governador do Piauí, entre 2010 e 2014.
Ele escreveu o livro Bacia do Canindé durante o período da Pandemia da Covid-19, depois de anos de pesquisas sobre o tema.

Capa do livro de Wilson Martins.

O autor entrega exemplar de seu livro ao vice-governador Themístocles Filho.
Álvaro Fernando Mota (*)
Magno Pires Alves Filho acaba de lançar um livro, no espaço da Academia Piauiense de Letras, da qual é um dos mais entusiasmados membros. “Piauí, oportunidades de investimentos” tem um olhar otimista e esperançoso sobre o espaço social e econômico que é o nosso Estado, com muitas potencialidades e possibilidades de desenvolvimento mostradas pelo acadêmico, que também usa parte dos escritos em perspectiva sobre nosso passado.
Lançado na reinauguração do Auditório da Academia Piauiense de Letras, que leva o nome do acadêmico Wilson Brandão, o livro não poderia encontrar melhor ambiente para isso, já que a solenidade foi muito prestigiada – o que pude constatar por estar presente em ato sob a presidência da professora Fides Angélica e do deputado Wilson Nunes Brandão, também acadêmico e responsável pela alocação dos recursos de que resultaram em um melhor auditório, em serviços iniciados pelo ex-presidente da APL, Zózimo Tavares.
Em dia de contentamento, revelou-se, pois, o livro de Magno Pires bem mais que um documento com valor econômico, social e histórico. Trata-se de obra a retratar décadas do olhar acurado de um experiente homem público, com passagem pela Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste, pelo governo do Piauí, com secretário de Administração e dirigente de outros organismos púbicos – sempre com ações e ideias de promoção do desenvolvimento econômico, como faz ainda hoje, como dirigente do Instituto de Águas e Esgotos do Piauí.
Há muitos bons exemplos do empenho de Magno Pires com o fito da promoção de mudanças sociais e econômicas pela via do desenvolvimento do Piauí, como a ação dele em projetos fundamentais na economia piauiense, entre os quais se destaca a instalação de fábrica de cervejas inaugurada em 1983, hoje pertencente Ambev, e seu incansável trabalho pelo incentivo a empresas locais de vestuário, cerâmica e agropecuária.
O livro, então, ratifica de modo firme o empenho do autor em favorecer o crescimento econômico do Piauí, como se poderá perceber na citação existente na obra a outro trabalho de Magno Pires, “Tratamento preferencial ao Piauí”, citado por Arimatéia Tito Filho, que descreveu, em 1979, esse escrito como “coletânea de estudos sérios, plenos de vigoroso ‘piauiensísmo’, com que se defendem os interesses da terra e da gente cá destas bandas de brasis”. Assim, vem de longe o trabalho de Magno Pires, que faz deste livro atual um guia para a manutenção dessa pegada de progresso material pelo qual ele sempre se guiou.
Sobre isso, aliás, lembro que vem de longe minha admiração por ele, já que meu pai Berilo Mota foi juiz em Batalha, terra natal de Magno Pires e, quando criança, fui vizinho de sua família na rua Areolino de Abreu, no Centro de Teresina. Na época, ele encaminhava mensalmente a meu pai uma revista Interior, editada pela Sudene, para mim leitura formativa e agradável para melhor conhecer as potencialidades da nossa região e nosso Piauí.
Décadas de passaram desde esse meu primeiro contato com a postura entusiasta de Magno Pires em favor do Piauí – e muito se mudou neste tempo e muito haverá de ser mudado, felizmente por trabalhos de pessoas como esse piauiense definido como “um propositor insone”, que “fez muita coisa na vida”, boa parte dela como “aspiração de querer o Piauí economicamente mudado”, nos dizeres do professor Fonseca Neto ao apresentar o livro “Piauí, oportunidades de investimentos”.
(*) Álvaro Fernando da Rocha Mota é advogado. Procurador do Estado. Ex-Presidente da OAB-PI. Mestre em Direito pela UFPE. Doutorando em Direito pela PUC-SP. Presidente do Instituto dos Advogados Piauienses. Presidente do CESA-PI. Publicado originalmente no Jornal Meio Norte, em 22 de fevereiro de 2024).

Magno Pires com seu novo livro – “Piauí: Oportunidades de Investimentos”/Imagem: Jairo Moura
“Piauí: Oportunidades de Investimentos”, o novo livro do advogado, escritor e professor Magno Pires, foi lançado neste sábado (17/02) na Academia Piauiense de Letras.
A apresentação da obra foi feita pelo historiador, professor e acadêmico Fonseca Neto, vice-presidente da APL e presidente do Instituto Histórico e Geográfico do Piauí.
Segundo Fonseca Neto, o novo livro de Magno Pires oferece “levantamento da infraestrutura física e social existente nas regiões e municípios mais ricos, que possibilitam aos empreendedores optar e/ou decidir o melhor local para implantar o seu projeto”.
“Nosso trabalho é um retrato das oportunidades de investimento no Estado”, esclarece o autor.
O lançamento na APL foi prestigiado por intelectuais, políticos, empresários, familiares e outros convidados.
Com 300 páginas, o novo livro de Magno Pires foi publicado pela Bienal Editora e terá outros lançamentos em Teresina e nos municípios do interior do Piauí.
O autor
Magno Pires é advogado, administrador de empresas, professor e jornalista. Foi secretário de Estado da Administração. Consultor empresarial e advogado aposentado da AGU. É secretário geral da APL e presidente do Instituto de Águas e Esgotos do Piauí (IAEPI).
(Imagens: Jairo Moura)

Magno Pires no lançamento de seu novo livro na APL.

Presidente da Assembleia, deputado Franzé Silva, e outras personalidades na mesa de honra.


Acadêmico Fonseca Neto apresenta livro de Magno Pires.

Magno Pires com membros da Academia Piauiense de Letras.

O autor com os acadêmicos Plínio Macêdo, Itamar Costa e Felipe Mendes.

Com os presidentes da OAB-PI, Celso Barros Neto, e do Conselho Estadual de Cultura, Nelson Nery.

Com a presidente da APL, Fides Angélica Ommati.


Álvaro Fernando Mota (*)
O que poderia ser apenas uma homenagem a um parente cuja memória se perdia nos desvãos do tempo, ao ser realizada com esmero, riqueza de fontes, boa pesquisa e um texto escorreito, formou-se em um livro que certamente pode e deve ser referencial na História do Piauí. É uma obra que se pereniza, felizmente.
Não menos que as palavras iniciais deste texto podem descrever o livro recém-lançado pelo desembargador federal do Trabalho, Arnaldo Boson Paes, intitulado “Monsenhor Boson, missionário da educação”, que em 14 capítulos curtos, mas densos, leva o leitor a percorrer a biografia deste piauiense nascido em São Raimundo Nonato, em 15 de outubro de 1868, Dia do Professor, como que obra boa do destino.
Haveria ele de ser padre por influência de um tio, mas forjou-se também pelos meandros da poesia por ter um tio coronel e da cultura e educação pela sorte de ter um tio poeta. E percorreu esse caminho com o que hoje chamamos rotineiramente de resiliência, mas que no final do século XIX era meramente parte do cotidiano de muito mais dificuldades que nos atuais tempos.
Como posto, o livro revela-se marco para a memória e história do Piauí. Pode-se perceber na escrita despretensiosa de Arnaldo Boson Paes como era São Raimundo Nonato em seus primeiros tempos de vila ou a aventura a que se submetiam as pessoas numa viagem entre Teresina e Barras, onde Monsenhor Boson foi pároco por longos anos no início do século XX. Hoje, se vai a Barras em duas horas, enquanto nas décadas iniciais do século XX levava-se no mínimo três dias, em lombo de burro e sob condições arriscadas para atravessar o rio Marataoan, como fez o religioso biografado pelo sobrinho nascido baiano e agora desembargador federal do Trabalho no Piauí.
O texto desse livro de 152 páginas é ainda revelador sobre os movimentos que resultaram na criação de duas instituições basilares na cultura, educação e sociedade piauienses: a Diocese do Piauí, atualmente Arquidiocese de Parnaíba, e o Colégio Diocesano – cujas bases mais relevantes se assentam sob a figura emblemática do educador Boson, conforme narra autor.
Monsenhor Boson foi-se fazer padre no final do século XIX em São Luís, sede do bispado que abrangia o Piauí nos tempos oitocentistas e até os primeiros anos do século XX. Lá granjeou importância, formou suas habilidades e modos de educador confessional cristão, das quais nunca abriu mão, posto que se fincavam em devoção e obediência aos princípios católicos, o que o fez estar em trincheiras de embates com intelectuais e políticos anticlericais das primeiras décadas do século XX no Piauí.
Nesse ponto, o livro de Arnaldo Boson Paes nos guia para conhecimento de outro importante registro histórico, que foi de uma luta renhida por poder a opor políticos e religiosos católicos no Piauí no começo do século passado – o que só amplia a importância desta obra, que, como posto no começo, resulta de ampla e bem realizada pesquisa, demonstrada não somente na riqueza de dados do texto escorreito, mas no suporte de ilustrações, como que a homologar sua importância.
(*) Álvaro Fernando da Rocha Mota é advogado. Procurador do Estado. Ex-Presidente da OAB-PI. Mestre em Direito pela UFPE. Doutorando em Direito pela PUC-SP. Presidente do Instituto dos Advogados Piauienses. Presidente do CESA-PI. Publicado originalmente no Jornal Meio Norte, de Teresina, em 8 de fevereiro de 2024.
A história de um dos principais nomes da educação no Piauí, em todos os tempos, está sendo contada em livro quase 80 anos depois de seu falecimento, ocorrido em 1945.
A biografia Monsenhor Boson – O missionário da educação foi lançada nesta sexta-feira (19/01), no auditório Padre Antônio Vieira, do Colégio Diocesano, em Teresina.
De autoria do desembargador, professor e escritor Arnaldo Boson Paes, o livro narra a trajetória de vida do Monsenhor Boson desde o seu nascimento, em São Raimundo Nonato, até o seu falecimento, em Parnaíba, aos 77anos.
O biografado dirigiu o Colégio Diocesano por quase 20 anos, no período inicial da tradicional escola, fundada em 1906.
Constantino Boson morou por quase 20 anos em São Luís do Maranhão, onde se ordenou, foi vigário de Barras e também em Parnaíba.
Recebeu o título de camareiro secreto do papa e chegou a dirigir as Dioceses do Maranhão e Piauí.
O lançamento
A apresentação do livro foi feita pelo historiador Fonseca Neto, professor da Universidade Federal do Piauí, membro da Academia Piauiense de Letras e presidente do Instituto Histórico e Geográfico do Piauí.
Além do diretor do Colégio Diocesano, professor Julival Alves, estiveram presentes ao ato o presidente da Academia Piauiense de Letras, Zózimo Tavares, e os acadêmicos Felipe Mendes e Plínio da Silva Macêdo, este conterrâneo do biografado.
Também participaram do lançamento magistrados e servidores do Tribunal Regional do Trabalho do Piauí; o desembargador Pedro Macedo, do Tribunal de Justiça; o secretário estadual de Comunicação, Mussoline Guedes; professores, coordenadores e funcionários do Diocesano e outros convidados.





Nesta quinta-feira (20/04) comemora-se o Dia do Disco de Vinil. O Google registra que muitos apostavam que o formato do velho LP seria esquecido. Em tempos de música por streaming, depois da pandemia, pela primeira vez as vendas de LPs ultrapassaram as de CDs.
No livro Carnaúba – Uma riqueza do Piauí, lançado em 2020 pela Bienal Editora, em edição bilíngue, o jornalista Zózimo Tavares traz uma entrevista com o jornalista Miguel Ângelo de Azevedo, o Nirez, dono da maior coleção de discos de cera do mundo.
Hoje com 88 anos, há mais de 50 ele apresenta em Fortaleza um programa radiofônico intitulado “Arquivo de Cera”, o único do Brasil que toca exclusivamente gravações originais em discos 78 Rotações Por Minuto (RPM).
Essas músicas dominaram o mercado brasileiro entre 1902 e 1964, período áureo do disco de cera.
O livro de Zózimo Tavares traz uma pesquisa sobre o uso da carnaúba na fabricação de discos e a contribuição que o Piauí deu para a indústria fonográfica e para o mundo.


O livro Caminhos de versos, do poeta João Tavares, foi lançado na noite de sábado (28/01), na sede da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Água Branca.
A obra foi lançada na comemoração dos 86 anos de vida do autor, completados no dia 26 de janeiro.
Trata-se de uma autobiografia, produzida entre 2015 e 2020, e publicada pela Bienal Editora.
A obra foi apresentada pelo publicitário Dilson Tavares, autor do prefácio e neto do poeta.
Durante o lançamento, foram lidas correspondências dos escritores José Ribamar Garcia e Oton Lustosa com suas impressões de leitura sobre o livro.
Os dois escritores são membros da Academia Piauiense de Letras.
Poesia e música
O ato contou com a presença do presidente da Academia Piauiense de Letras, Zózimo Tavares, filho do poeta, e do escritor e acadêmico Reginaldo Miranda, ex-presidente da instituição.
Prestigiaram o lançamento os ex-prefeitos Jonas Moura (atual secretário estadual de Transportes) e Zito Lopes, este acompanhado da esposa, Margareth Pimentel.
Os vereadores Emanoel Lopes, Tatiana Carvalho e Cleidimar Tavares, filha do autor, também estiveram no lançamento.
Professores, estudantes, amigos, filhos, netos e outros parentes do autor também se fizeram presentes.
Um trio musical composto por alunos do Projeto Música para os Aguabranquenses interpretou poemas e canções do autor, que é também repentista e cordelista.
(Imagens: Luciano Klaus)
















O publicitário e empresário Silvio Leite, autor do livro Silvio Leite: Marcas que marcam – uma história de sucesso, é o convidado especial do 5º Encontro de Líderes que o MOVE (Movimento Empreender Piauí) realiza nesta sexta-feira (15/07) no município de Amarante.
O evento vai apresentar e discutir as potencialidades turísticas do Piauí e de Amarante e as oportunidades de geração de emprego e renda a partir delas.
Silvio Leite fará para os participantes e convidados a palestra motivacional “Acreditar em você”.
O evento do MOVE será realizado na Câmara Municipal de Amarante, a partir das 19 horas.
O palestrante
Silvio Leite é um dos principais nomes da propaganda no Brasil.
Além de comandar a comunicação dos maiores grupos empresariais do Piauí, também já exerceu funções públicas.
Ele foi secretário estadual de Comunicação e de Turismo.
Como empreendedor, criou o Pag Contas, referência nacional no segmento.
Sua experiência profissional está relatada no livro Silvio Leite – Marcas que marcam, uma história de sucesso, publicado pela Bienal Editora.

O escritor moçambicano Mia Couto recebeu da coordenação do Salão do Livro do Piauí (Salipi) um exemplar do livro “Carnaúba – uma riqueza do Piauí”, do jornalista Zózimo Tavares.
Além de jornalista, o escritor é biólogo e demonstrou interesse pela palmeira, que é a árvore-símbolo do Piauí.
O livro recebeu o Prêmio Maria da Inglaterra, da Secretaria Estadual de Cultura/Lei Aldir Blanc, e foi publicado no ano passado, em edição bilíngue (português e inglês), pela Bienal Editora.
Palestra no Salipi
Mia Couto veio pela primeira vez ao Piauí, e proferiu no sábado à noite a palestra “O mapeador de ausências”, como parte da programação oficial do 25º Seminário Língua Viva e do 20º Salipi.
A palestra, realizada no Cine Teatro da UFPI, foi mediada pelos escritores Salgado Maranhão e Cineas Santos.
O escritor é natural de Moçambique, na África. É considerado um dos maiores expoentes da literatura africana de Língua Portuguesa.
Já ganhou inúmeras distinções literárias, entre elas o Prêmio Camões de 2013.
Sua obra mais conhecida é o romance “Terra Sonâmbula”, publicado em 1992. O resgate da tradição e a busca da identidade nacional são características marcantes de suas obras.
A 20ª edição do Salipi começou na sexta-feira passada (03/06) e prossegue até o próximo domingo (12), no Espaço Cultural Rosa dos Ventos, na Universidade Federal do Piauí.

O livro “Em busca de uma rede na varanda”, do escritor Oton Lustosa, será lançado na 20ª edição do Salão do Livro do Piauí (Salipi), cuja abertura está marcada para a próxima sexta-feira, dia 3.
O lançamento da obra no Salipi ocorrerá no dia 11 (sábado), às 18h, com apresentação do professor Luiz Romero.
O livro de Oton Lustosa foi lançado no último dia 14 na Academia Piauiense de Letras, onde o autor ocupa a Cadeira 5, com apresentação da professora e acadêmica Socorro Rios Magalhães.
Receptividade
“Em busca de uma rede na varanda” reúne 12 contos sobre temática variada, construídos com singularidades inusitadas, sempre inspirados na vida e suas circunstâncias.
O livro, publicado pela Bienal Editora, vem despertando grande interesse dos leitores e aplausos da crítica e do público, pois nele o autor retoma com maestria e desenvoltura a narrativa curta, um dos gêneros que domina na arte literária.
O livro já pode ser adquirido pelo site da editora e na Livraria Entrelivros. Durante todo o Salipi poderá ser adquirido também no estande da Academia Piauiense de Letras.
O lançamento do livro “HGV – Um marco na saúde do Piauí”, do jornalista Zózimo Tavares, reuniu autoridades, profissionais de saúde, funcionários do hospital e outros convidados na manhã desta sexta-feira, 27/05.
O ato foi realizado no auditório do Hospital Getúlio Vargas e, segundo o seu diretor, Osvaldo Mendes, marcou o encerramento das comemorações dos 80 anos de inauguração do HGV, ocorrida em 3 de maio de 1941.
Presenças
Além dos secretários de Governo, Antônio Neto, e de Saúde, Neris Júnior, participaram do evento o presidente da Fundação Estatal Piauiense de Serviços Hospitalares (FEPISERH), Ítalo Rodrigues, e o reitor da Universidade Federal do Piauí, Gildásio Guedes.
Também estiveram presentes familiares do médico e governador Leônidas Melo, idealizador e construtor do HGV; ex-diretores do hospital, o vice-reitor da UFPI, Viriato Campelo, acadêmicos de medicina e o deputado estadual Pablo Santos, autor da emenda parlamentar que viabilizou a publicação da obra, executada através da Secretaria Estadual de Cultura e publicada pela Bienal Editora.
A família de Leônidas Melo foi representada pela filha, professora Socorro Melo, e por netos e bisnetos, dentre eles o pequeno Bernardo, de apenas 8 anos.
Os professores Felipe Mendes e Plínio Macêdo, membros da Academia Piauiense de Letras, também se fizeram presentes.
Piauí grande
A apresentação do livro foi feita pelo médico Luiz Ayrton Santos Júnior, professor de História da Medicina na FACIME/Universidade Estadual do Piauí e membro da Academia Piauiense de Letras e da Academia de Medicina do Piauí.
Segundo Zózimo Tavares, o livro nasceu da curiosidade que todos temos pelas coisas grandiosas do Piauí. “E o HGV é uma delas. Até o início dos anos 1970, foi a maior obra pública do Estado, só perdendo esta posição após a construção da usina hidrelétrica de Boa Esperança”, observou.
O secretário Antônio Neto parabenizou o jornalista Zózimo Tavares pela obra e destacou que ela será um legado importante para a história da medicina do Piauí e para a história do nosso Estado.
O secretário de Saúde, Neris Junior, também destacou a importância do livro pelo resgate que faz da história do maior hospital do Piauí.
















O espetáculo “Sociedade dos Poetas Trágicos”, com direção do dramaturgo Ací Campelo e baseado na obra homônima do jornalista Zózimo Tavares, volta ao palco na próxima sexta-feira, dia 27.
A peça será encenada no Espaço Cultural Oficina da Palavra, na Rua Benjamin Constant, 1400 – Centro-Norte, a partir das 19h.
O espetáculo foi montado pela companhia A&C Produções Culturais, sendo comtemplado pela Lei Aldir Blanc com o Prêmio Maria da Inglaterra, da Secretaria Estadual de Cultura.
A realização é da Fundapi, com entrada franca.
A apresentação de estreia foi no Clube dos Diários, em 29 de outubro do ano passado.
A peça
O espetáculo traz à tona o talento e a criatividade de dez jovens poetas piauienses que viveram ou morreram de forma trágica.
A peça “Sociedade dos Poetas Trágicos” é uma visita ao livro com o mesmo título escrito e publicado pelo jornalista e escritor Zózimo Tavares. A obra foi publicada em duas edições (2004 e 2006).
Os poetas piauienses que saem do livro e sobem ao palco são: Alcides Freitas, José Newton de Freitas, Licurgo de Paiva, Lucídio Freitas, Mário Faustino, Nogueira Tapety, Paulo Veras, Ramsés Ramos, Torquato Neto e Zito Batista.
FICHA TÉCNICA
Atores: Maria Miriam, Yan Lima e Sérgio Santos.
Dramaturgia e direção: Ací Campelo
Produção Executiva: Edson Júnior
Músicos: Jorge Luiz e Augustu E verthon
Designer de luz e operação: Assaí Campelo
Designer de som e operação: José Dantas
Figurino e adereços: Siro Siris
Confecção de figurino: Belinha Cardoso
Designer Gráfico: Paulo Moura
Preparação de elenco: Jesus Viana
Cenografia: Edmar Aquino
Fotografias, vídeo e filmagem Live: Sketh Filmes
Linguagem de Libras: Branco Acessibilidade Comunicacional
Realização: A&C Assessoria e Promoções Culturais
Apoio: Escola Técnica de Teatro Gomes Campos e Bienal Editora

Em solenidade concorrida e prestigiada, foi lançado, nesta quarta-feira (18/05), em Teresina, o livro autobiográfico “Pedro Almeida – Uma escolha pela vida”.
O lançamento foi feito no Salão Nobre da Assembleia Legislativa do Piauí, com apresentação do editor da obra, jornalista e escritor Zózimo Tavares, e do seu coautor, professor e desembargador Arnaldo Boson, do Tribunal Regional do Trabalho – 22ª Região.
Além de políticos, magistrados, empresários e outros convidados, participaram do lançamento o presidente da Academia de Medicina do Piauí, Itamar Costa; a presidente da Academia Piauiense de Letras Jurídicas, Fides Angélica, e o presidente do Instituto Histórico e Geográfico do Piauí, professor Fonseca Neto.
A renda do lançamento foi destinada integralmente ao Lar de Maria, instituição que cuida de pacientes portadores de câncer em Teresina.
O livro será lançado nesta sexta-feira (20/05) no município de Remanso, onde o biografado reside e atua como médico há quase 50 anos, atendendo pacientes da Bahia, Pernambuco e Piauí.
Com 215 páginas e publicado pela Bienal Editora, o livro conta a vida e a trajetória profissional do médico Pedro Almeida da Silva, nascido no município baiano de Campo Alegre de Lourdes, em 1945.
Título de Cidadania
O lançamento em Teresina ocorreu depois que o biografado e o coautor receberam no plenário da Assembleia Legislativa o título de Cidadão Piauiense.
O médico recebeu o título de Cidadão Piauiense por proposição do deputado Severo Eulálio (MDB), em reconhecimento aos serviços prestados aos piauienses da região de São Raimundo Nonato.
O título de cidadania para o desembargador Arnaldo Boson foi proposto pelo deputado João Mádison, também do MDB.
Boson fez da tribuna da Assembleia o discurso de agradecimento em nome dos homenageados.
CLIQUE AQUI e leia o pronunciamento:





O médico baiano Pedro Almeida da Silva recebe, nesta quarta-feira (18/05), às 10 horas, na Assembleia Legislativa, o título de Cidadão Piauiense.
Em seguida, ele lança no Salão Nobre da Assembleia o livro “Pedro Almeida – Uma escolha pela vida”, sobre sua vida e trajetória profissional.
A obra, publicada pela Bienal Editora, foi organizada pelo desembargador e professor Arnaldo Boson, que na ocasião também receberá o título de Cidadão Piauiense.
O biografado
Pedro Almeida da Silva nasceu em maio de 1945, no município de Campo Alegre de Lourdes, na Bahia.
Reside na cidade baiana de Remanso, onde atua como médico desde 1974. É sócio-fundador do Hospital São Pedro, na cidade onde mora.
O livro conta a sua história de vida e medicina, marcada por intensa atuação profissional, por quase 50 anos, no Vale do São Francisco, atendendo pacientes de municípios dos Estados da Bahia, Pernambuco e Piauí.
A obra será lançada na sexta-feira (20) em Remanso.
O médico recebe o título de Cidadão Piauiense por proposição do deputado Severo Eulálio (MDB), em reconhecimento aos serviços prestados aos piauienses da região de São Raimundo Nonato.

O escritor e acadêmico Oton Lustosa lança, neste sábado (14/05), o seu mais novo livro, “Em busca de uma rede na varada”.
O lançamento está marcado para as 10 horas, no auditório da Academia Piauiense de Letras.
A apresentação da obra será feita pela professora e acadêmica Socorro Rios Magalhães.
Contos
Em seu novo livro, Oton Lustosa, romancista e contista consagrado, retorna à narrativa curta.
A obra reúne 12 contos sobre temática variada. Em alguns deles, opera-se a metaliteratura.
Outros são construídos com singularidades inusitadas, sempre inspirados na vida e suas circunstâncias.
O autor
Oton Lustosa nasceu em Parnaguá, no Extremo-Sul do Piauí. Bacharelou-se em Direito pela Universidade Federal do Piauí.
É magistrado e membro da Academia Piauiense de Letras.
Estreou na literatura com o romance “Meia-Vida”, publicado em 1999 e com segunda edição lançada em 2016.
Publicou seu primeiro livro de contos, “O pescador de personagens”, em 2000.
“Vozes da Ribanceira”, seu segundo romance, foi lançado em 2003.
O novo livro de Oton Lustosa sai pela Bienal Editora.

“HGV – Um marco na saúde do Piauí” é o título do novo livro do jornalista Zózimo Tavares.
A obra conta a história do Hospital Getúlio Vargas e será lançada agora, no encerramento das comemorações dos 80 anos de sua inauguração.
O HGV foi aberto em 1941. Nestas oito décadas de funcionamento ininterrupto, o hospital afirmou-se como um marco na história da saúde no Piauí.
Transformado em hospital-escola, foi a semente do Polo de Saúde de Teresina, contribuindo para a elevação da capital à condição de Centro de Referência em Saúde do Norte e Nordeste do Brasil.
A história do HGV
O livro discorre, entre outros temas, sobre o contexto da época; qual era a rede de saúde do Piauí; o idealizador e construtor do hospital, Leônidas Melo; as polêmicas que envolveram a obra do HGV; a inauguração; os primeiros profissionais; os impactos da obra no setor de saúde; as reformas realizadas e a situação atual.
A obra foi publicada com recursos de emenda parlamentar do deputado Plablo Santos (MDB), via Secretaria Estadual de Cultura, executada pela Bienal Editora.


O ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, recebeu em Brasília um exemplar do livro “Carnaúba, uma riqueza do Piauí”, do jornalista Zózimo Tavares.
A obra foi um presente do superintendente municipal de Turismo de Parnaíba, Joaquim Vidal de Araújo (Joca).
O livro, contemplado com o Prêmio Maria da Inglaterra, da Secretaria Estadual de Cultura, foi publicado no ano passado, com recursos do Governo Federal, através da Lei Aldir Blanc, de incentivo à cultura.
Trata-se de uma edição bilíngue (português e inglês) que conta a história da carnaúba, sua influência na economia e suas multiplicas aplicações na indústria, ao longo do tempo, bem como o seu uso na construção civil e no paisagismo.
