O mundo político, empresarial e intelectual prestigiou o lançamento do documentário Dirceu Arcoverde 100 anos e do livro Dirceu Arcoverde – Esperança interrompida, realizado no Sesc Cajuína, em 16 de março passado.

O ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, o presidente nacional do PP, senador Ciro Nogueira, e o deputado federal Flávio Nogueira estão entre os políticos que circularam pelo evento.

Também participaram do lançamento o ex-governador Wilson Martins, membros da Academia Piauiense de Letras e o humorista João Cláudio Moreno.

O lançamento foi articulado pelo deputado federal Júlio Arcoverde, filho do homenageado.

O evento foi organizado pela Plug Propaganda e a UPJ Produções, produtoras do filme, e pela Bienal Editora, responsável pela publicação do livro.   

O filme

Com 40 minutos de duração, o filme tem roteiro do publicitário George Mendes e do jornalista Zózimo Tavares.

A produção mergulhou fundo no acervo de imagens do senador e ex-governador Dirceu Arcoverde, falecido em 16 de março de 1979.

O filme traz também depoimentos de contemporâneos que conviveram com Dirceu na condição de médicos, amigos, assessores, correligionários e adversários.

O documentário apresenta, ainda, filmes publicitários do Governo Dirceu Arcoverde e trechos de seu único discurso no Senado.

Biografia

O livro, de autoria do jornalista e cientista político Zózimo Tavares, conta a história de vida, a carreira profissional e a trajetória política do ex-governador e ex-senador Dirceu Arcoverde, nascido em Amarante, em 1925.

O biografado foi um conceituado médico, um dos fundadores da Faculdade de Medicina do Piauí e secretário estadual de Saúde no primeiro Governo Alberto Silva (1971 – 1975).

Ele governou o Piauí de 1975 a 1978, quando renunciou para concorrer ao Senado.

Vitorioso nas urnas, exerceu o mandato por apenas 44 dias, pois faleceu em decorrência de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) quando fazia seu discurso de estreia na tribuna do Senado. Tinha 53 anos.

(Imagens: Jonathan Dourado)

Por Carlos Rubem

Promotor de justiça aposentado e presidente da Fundação Nogueira Tapety, em Oeiras.

___________

Adquiri, à sorrelfa, um exemplar do livro “Dirceu Arcoverde – Esperança Interrompida”, de autoria do jornalista Zózimo Tavares.

A capa do livro estampa uma fotografia apanhada em 1978 onde se vê o biografado rodeado de correligionários no interior da Farmácia Popular, em Oeiras, que pertenceu a Ditinho Reis, meu pai.

Conheci o Dr. Dirceu Arcoverde, médico, em meados de setembro de 1971, na qualidade de Secretário de Saúde da gestão Alberto Silva, oportunidade em que este mandatário instalou seu governo, por três dias, em Oeiras.

Depois, vi-o em diversas oportunidades, inclusive quando também instalou por cá o seu governo (1975 – 1978), no dia 24.01.1978, data em que se comemora a verdadeira “Adesão do Piauí ao Grito do Ipiranga”, em 1823. Muitas inaugurações, festa bonita!…

No dia 14.08.1978, desincompatibilizou-se do cargo de governador para concorrer à uma vaga no Senado Federal. A campanha eleitoral daquele ano foi acirrada. Disputou contra Alberto Silva. Logrou êxito.

Até há pouco guardava uma puída camiseta constando os seguintes dizeres: FAÇA COMO EU VOTE EM DIRCEU.

São cinco os capítulos que compõem o livro. Começa com “Horas de tensão, dias de angústias”, no qual o autor relata as circunstâncias em que o perfilado fez sua estreia na tribuna parlamentar, no dia 09.03.1979, ocasião em que sofreu um Acidente Vascular Cerebral – AVC, levando-o à morte sete dias depois.

Fiquei impactado com o que li logo no primeiro capítulo.

Revelações que não cabem aqui declinar. Suspendi a leitura para fazer estas anotações preliminares.

Tomara que, em breve, a obra venha a lume para que todos possam ter a possibilidade de saborear informações instigantes.

Dr. Dirceu foi um pró-homem!

A Bienal Editora anuncia para o próximo dia 16 de março o lançamento presencial, com sessão de autógrafos, do livro Dirceu Arcoverde – Esperança interrompida.

A obra, de autoria do jornalista e cientista político Zózimo Tavares, foi publicada durante a Pandemia da Covid-19 e teve lançamento apenas virtual, em função do isolamento social que vigorava na época.

O livro foi publicado através de emenda do deputado Júlio Arcoverde (PP), filho do biografado.

O lançamento presencial será no Sesc Cajuína, a partir das 18h do dia 16, como parte do lançamento do documentário Dirceu Arcoverde – 100 anos, produzido pela Plug Propaganda, nas celebrações do centenário de nascimento do biografado.

Biografia

O livro conta a história de vida, a carreira profissional e a trajetória política do ex-governador e ex-senador Dirceu Arcoverde, nascido em Amarante, em 1925.

O biografado foi um conceituado médico, um dos fundadores da Faculdade de Medicina do Piauí e secretário estadual de Saúde no primeiro Governo Alberto Silva (1971 – 1975).

Ele governou o Piauí de 1975 a 1978, quando renunciou para concorrer ao Senado.

Vitorioso nas urnas, exerceu o mandato por apenas 44 dias, pois faleceu em decorrência de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) quando fazia seu discurso de estreia na tribuna do Senado. Tinha 53 anos.

Biografia de Dirceu Arcoverde chega ao público leitor.

A biografia Monsenhor Boson – O missionário da educação foi lançada, nesta sexta-feira (4/7), no município de Água Branca – a 96 quilômetros de Teresina – com a presença do autor, desembargador, professor e escritor Arnaldo Boson Paes.

O lançamento do livro ocorreu no auditório da Subseção local da Ordem dos Advogados do Brasil, durante a 18ª Jornada do Conhecimento do Tribunal de Contas do Estado do Piauí (TCE-PI), na qual Arnaldo Boson fez a palestra de abertura.

Além dos participantes do evento, prestigiaram o lançamento a conselheira Flora Izabel, o conselheiro Jaylson Campelo, alunos e professores do Centro de Ensino de Tempo Integral (CETI) Monsenhor Boson, a principal escola da cidade.

A apresentação do autor foi feita pelo jornalista Zózimo Tavares, editor do livro e ex-aluno do CETI Monsenhor Boson.

Perfil biográfico

Constantino Boson e Lima nasceu em São Raimundo Nonato, em 15 de outubro de 1868, e faleceu em Parnaíba, em 1945, aos 77 anos.

Ele foi um dos líderes da Igreja Católica do Piauí, no começo do século 20, e um maiores educadores do Estado, tendo dirigido o Colégio Diocesano por quase 20 anos, no período inicial da tradicional escola, fundada em 1906.

Boson morou por quase 20 anos em São Luís do Maranhão, onde se ordenou. Foi vigário de Barras e também de Parnaíba.

Homenagem do Papa

Monsenhor Boson recebeu o título de camareiro secreto do papa e chegou a dirigir as Dioceses do Maranhão e do Piauí.

Ele recebeu várias homenagens pela sua contribuição ao sacerdócio e à educação.

Sua biografia, publicada pela Bienal Editora, já foi lançada em Teresina, Barras, São Raimundo Nonato e Água Branca.

Conselheiro Jaylson Campelo (TCE), desembargador Boson e jornalista Zózimo Tavares.

Desembargador Boson fala sobre a pesquisa para o livro.

O autor com o prefeito Júnior Ribeiro (Água Branca) e o editor do livro.

Com o secretário estadual de Transportes, Jonas Moura.

Com a vereadora Cleidimar, ex-secretária municipal de Educação.

O livro Doutor Sanfoneiro: História e Memória, biografia do músico Bernardo Pereira de Sá, será lançado neste sábado (31/08), às 9h30, na Câmara Municipal de Esperantina, localizada na Rua Prof. João Paulo, no centro da cidade.

A obra foi escrita pelo historiador Bernardo Sá Filho, professor-doutor da Universidade Federal do Piauí, e sai pela Bienal Editora.

Bernardo Pereira de Sá, o doutor sanfoneiro, nasceu em Esperantina, na década de 1920.

Ele foi o primeiro sanfoneiro de sua cidade e literalmente tocou na banda de música da UDN, partido que polarizou as atenções do país a partir da redemocratização de 1947.

Aprendeu a tocar sozinho, aos 14 anos, tirando música de ouvido. Tornou-se o sanfoneiro mais conhecido e mais requisitado de sua região.

Capa do livro biográfico Doutor Sanfoneiro/Reprodução