História do senador é contada em três biografias
Zózimo Tavares (*)
A vida pessoal, a atuação profissional e a carreira pública do ex-senador Dirceu Arcoverde são contadas em três livros biográficos.
O primeiro, “A eleição de um líder”, tem como foco a campanha eleitoral de 1978 para o Senado no Piauí e trata também do ingresso do médico na vida pública. A obra foi publicada logo após as eleições.
O segundo, “Dirceu Arcoverde: Missão cumprida”, conta a trajetória profissional do ex-governador e narra a agonia vivida pelos piauienses durante a semana de internação do senador, em Brasília, logo após sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC) na tribuna do Senado.
O livro saiu em 1982 e narra o clima de comoção pública que se abateu sobre o Piauí após o falecimento de Dirceu Arcoverde. Também aponta as consequências do fato para a política estadual.
Estes dois livros foram escritos pelo jornalista e advogado José Lopes dos Santos (1919 – 2006), no calor dos acontecimentos, e as edições estão esgotadas.
Nova biografia
Em 2019, na passagem dos 30 anos do falecimento do senador, escrevi o livro “Dirceu Arcoverde – Esperança interrompida”.
A obra está sendo relançada agora, no centenário de nascimento do biografado.
O livro, ilustrado com imagens da época e depoimentos dos contemporâneos, traça a trajetória profissional e política do senador, desenhando o contexto político da época. E publica na integra seu histórico discurso no Senado.
(*) Jornalista e escritor, membro da Academia Piauiense de Letras.

Capas dos livros biográficos escritos por José Lopes dos Santos e Zózimo Tavares/Imagens: Acervo Bienal
Morte do senador surpreende e choca piauienses
Zózimo Tavares (*)
O inesperado falecimento do senador Dirceu Arcoverde, aos 53 anos e com apenas 44 dias de mandato no Congresso Nacional, foi um choque para os piauienses.
A surpresa maior, entre familiares e amigos, se dava pelo fato de que ele, como médico, cuidava bem da própria saúde.
Assim, cumpria voluntariamente uma dieta espartana: não bebia, não fumava, não tomava café e sua alimentação era das mais equilibradas.
Além disso, fazia caminhada diária de uma hora e se apresentava sempre muito sereno.
Tensão na véspera
O deputado federal Paulo Ferraz (1919 – 1981) foi o último político a almoçar com Dirceu Arcoverde, no restaurante do Congresso Nacional:
– Fui por insistência dele, que desejava muito – conforme disse – conversar comigo. Como sempre, quase nada comeu. Enquanto eu me deliciei com um prato de muito gosto, ele pediu posta de peixe, da qual comeu apenas a metade, com uma pequena porção de “pirê”, completando a refeição com meio copo de água mineral. Concluímos o almoço a uma hora e quarenta minutos, quando ele foi para o gabinete e eu saí para casa. Mostrava-se preocupado com o discurso que ia proferir, dali a instantes, na tribuna do Senado, sobre problemas da saúde. Disse que havia dado tudo de si para realizar uma boa estreia.
O AVC na tribuna do Senado
Após o Acidente Vascular Cerebral (AVC) que sofreu na tribuna, na tarde daquele 9 de março de 1979, Dirceu ficou internado na UTI do Hospital do Ipase, em Brasília.
O quadro era sombrio, apresentando-se como irreversível.
A partir daí os jornais de Teresina davam manchetes diárias sobre a delicada situação do senador.
O jornalista e escritor José Lopes dos Santos registrou, em seu livro Dirceu Arcoverde – Missão cumprida”, publicado logo após a morte do senador:
“Quem viu, pela televisão, suas fotografias falando no Senado, constatou que ele perdeu o controle de uma das mãos, passando a gesticular com a outra, até concluir o discurso, quando não tombou por ter sido amparado a tempo”.
Levado às pressas para o hospital, o senador foi operado para a retirada do coágulo que se formara com o AVC.
A esperança por um fio
O escritor contou, ainda, com base nas informações recebidas de Brasília, como secretário de Governo – portanto, com acesso a informações privilegiadas:
“O doente passa normalmente, dentro das condições atuais de saúde. Há esperanças“.
Em outro registro, José Lopes dos Santos observa:
“Todas (as esperanças) em vão. A partir das 4 horas da manhã do dia 16, a pressão arterial descontrola-se e fica oscilando violentamente”.
O senador viria a falecer às 10h20, enlutando o Piauí. Era uma sexta-feira.
A despedida
O corpo do senador chegou a Teresina no começo da noite. A cidade era tomada por um clima de comoção pública.
Chovia e me recordo que houve o comentário: “Até o céu chorou pelo Dr. Dirceu!” (Continua…)
(*) Zózimo Tavares é jornalista e escritor. Autor da biografia “Dirceu Arcoverde – Uma esperança interrompida”.
No Senado, um mandato de apenas 44 dias
Pelas voltas que a política dá, Dirceu Arcoverde enfrentou nas urnas, nas eleições de 1978, seu ex-chefe Alberto Silva, de quem fora secretário de Saúde e sucessor no governo, a partir de 1975.
Por essa época, Alberto já se projetava como um mito político, depois de realizar um governo revolucionário no Estado.
Somente um político com o perfil de Dirceu, também realizador, popular e de espírito pacato e conciliador, dado ao diálogo, seria capaz de enfrentá-lo nas urnas com alguma chance de vitória.
Arena dividida
Naquele pleito, Dirceu concorreu pela Arena-1, recebendo todo o suporte da máquina partidária e do governo estadual.
Alberto Silva, candidato da Arena-2, recebeu o apoio dos dissidentes governistas – que não eram muitos – e do MDB, que não teve forças para lançar candidato próprio.
Nessa época, só havia dois partidos políticos no Brasil, a Aliança Renovadora Nacional (Arena) e o MDB.
E havia a sublegenda. Cada um desses partidos podia se dividir até em três. Isso favorecia enormemente o partido do governo. A maioria dos políticos de então se acotovelava na Arena, para ficar à sombra do poder.
Disputa acirrada
A crônica política registra que a disputa entre Alberto Silva e Dirceu foi uma das mais acirradas da história eleitoral do Piauí.
Teresina era incontrolavelmente albertista e, assim, hostil ao candidato a senador apresentado pelo esquema governista.
Mas Dirceu acabou vencendo o pleito por uma vantagem de 30.211 votos. Ele totalizou 290.218 votos (52,75% da votação total) e Alberto conseguiu 260.007 votos (47,25%).
AVC na tribuna do Senado
Mas o que parecia uma carreira política promissora teve fim precocemente.
O senador faleceu no 44º dia de seu mandato popular de 8 anos, depois de sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC) quando fazia seu discurso de estreia no Senado.
Tinha 53 anos, seis meses e nove dias de vida.
Derrotado vira senador
O inesperado falecimento de Dirceu Arcoverde mudava radicalmente o curso da política no Piauí.
Outra vez, pelas voltas que a vida dá – ou a morte –, o ex-governador Alberto Silva assumiu sua cadeira no Senado, por ter sido o segundo candidato mais votado da Arena.
Alberto cumpriu todo o mandato e, quando já estava no fim da legislatura, elegeu-se governador, em 1986, depois de ter sido derrotado nas eleições governamentais de 1982. (Continua…)
(*) Zózimo Tavares é jornalista e escritor. Autor da biografia “Dirceu Arcoverde – Uma esperança interrompida”.

Dirceu Arcoverde em campanha para o Senado, em 1978. Comício no então povoado São João da Varjota, em Oeiras/Imagem: Acervo da Fundação Nogueira Tapety
O concurso público realizado pela Secretaria de Fazenda do Piauí, ora em andamento, cumpre a lei que exige questões de Conhecimentos Regionais nas provas objetivas.
Das 80 questões da prova para Auditor Fiscal da Fazenda Estadual, realizada domingo passado (13/07), por exemplo, 15 foram de Conhecimentos Regionais.
A maioria dessas questões pôde ser respondida corretamente com a leitura do livro “O Piauí no Século 20 – 100 fatos que marcaram o Estado entre 1900 e 2000”, do jornalista e escritor Zózimo Tavares, obra publicada pela Bienal Editora e muito procurada pelos candidatos ao concurso.
Lei Evaldo Gomes
A inclusão de questões de Conhecimentos Regionais (história, geografia, literatura, etc.) em concursos públicos realizados pelo Governo do Piauí é determinada pela Lei nº 7.323/2019 (Lei Evaldo Gomes).
O concurso da SEFAZ oferece 80 vagas imediatas, além de formação de cadastro reserva, para os cargos de Auditor Fiscal, Analista do Tesouro, Auditor Governamental e Agente de Tributos da Fazenda Estadual.
O salário inicial varia de R$ 10.042,57 a R$ 27.625,52.
A banca organizadora é a Fundação Carlos Chagas – FCC.
Ao todo, 16.642 candidatos se inscreveram ao concurso.
O cargo mais concorrido é o de Auditor Fiscal da Fazenda Estadual – Área de Conhecimento Geral, com mais de 7 mil inscritos.
(Com informações de: https://www.estrategiaconcursos.com.br/blog/concurso-sefaz-pi/)
Veja algumas das questões sobre Conhecimentos Regionais:






Livro muito procurado pelos candidatos ao concurso da SEFAZ
O Hospital Getúlio Vargas, inaugurado em maio de 1941, em Teresina, tem a sua história contada no livro HGV – Um marco na saúde do Piauí.
O autor da obra, jornalista e escritor Zózimo Tavares, afirma que o HGV, transformado em hospital-escola, foi a semente do Polo de Saúde de Teresina, contribuindo para a elevação da capital do Piauí à condição de centro de referência em saúde no Norte e Nordeste do Brasil.
O livro conta a história do hospital condensando, em forma literária, o vasto material coletado e pesquisado sobre o HGV.
Nesse acervo, estão documentos oficiais, discursos, livros, revistas e outros meios de comunicação, além de entrevistas e depoimentos.
Temas abordados
O livro discorre, entre outros temas, sobre o contexto da época; qual era a rede de saúde do Piauí; o idealizador e construtor do hospital, Leônidas Melo; o arrojo da obra; a inauguração; os primeiros profissionais; os impactos do HGV no setor de saúde; as reformas executadas ao longo dos anos e a situação atual, com as atenções do hospital voltadas para a alta complexidade.
O livro foi publicado com recursos oriundos de emenda parlamentar do deputado Pablo Santos para celebrar os 80 anos do HGV.
O autor afirma ainda que o HGV foi a maior obra pública do Piauí até à inauguração da Usina Hidrelétrica de Boa Esperança, em 1970.
A diferença, segundo ele, é que o hospital foi construído com recursos próprios do Estado, enquanto a usina foi feita com verbas do governo federal.
O livro está disponível nas Livrarias Entrelivros e Universitária. Também pode ser adquirido no site da editora:
https://www.bienaleditora.com.br/site/produto/hgv-um-marco-na-saude-do-piaui/ e pelo WhatsApp da editora: (86) 9 9559-5252.

Capa do livro que conta a história do Hospital Getúlio Vargas.
Por Socorro Melo (*)
A cidade era pequenina, quase uma vila. Mas tinha praça, uma Igreja e um rio que a cortava enfeitando-a com o brilhar de suas águas.
Ali morava um menino e tudo aconteceu quando ele tinha seis anos vividos. Não era de muitas amizades, mas tinha um colega da escola que era quase um seu irmão, eram inseparáveis! Um a sombra do outro! Iam juntos às aulas, tomavam banho de rio e armaram arapucas de pegar passarinhos.
Chegou um dia em que o amigo não apareceu na escola. Nem no outro…nem no outro! E o menino sentiu muita falta de sua sombra até que, na bodega do pai, escutou um comentário: seu amigo estava muito doente. Já nem se levantava. Foi visitar o amigo e saiu impressionado com sua palidez e magreza. E a mãe nada podia fazer. Ali onde moravam não tinha médico.
Aconteceu que o menino estava no pequeno comércio do pai ajudando na limpeza, quando chegou, aflita e chorando muito, uma senhora. Vinha avisar que o amigo inseparável do menino havia morrido. O menino desta história não resistiu e desmaiou, deu trabalho para acordar e, durante dias não comia e não dormia. Foi chamado o farmacêutico da cidade que receitou umas gotinhas que fizeram o menino dormir e ir melhorando. O que ninguém conseguiu fazer foi o menino esquecer o amigo. Andava triste e ficava sempre a pensar que havia perdido seu amigo pela falta de um médico em sua cidadezinha.
Daí em diante a ideia de ser médico não lhe saiu da cabeça.
Ele sabia que precisava estudar muito, sair da pequenina cidade e se aventurar a conseguir o que queria. O pai não tinha recursos para custear suas despesas em outro lugar até ser médico. Se quisesse realizar seu sonho teria que enfrentar o mundo desconhecido da grande cidade. E partiu, foi trabalhando aqui e acolá com a ajuda dos colegas e muitas humilhações até que chegou onde queria.
Fez-se médico em 1921, voltou à sua terra natal. Foi recebido pelo pai com banda, foguetes e muita festa.
Mas, o então médico era comunicativo, tinha liderança e uma oratória de fazer inveja, tudo que um homem poderia oferecer para que os políticos de então ambicionassem seu nome como candidato nas eleições. Ele foi chamado e não fugiu. Aceitou o desafio, mas atrás de sua decisão estavam as lembranças da infância e do amigo perdido aos seis anos por falta de assistência médica.
Fez carreira política e teve então a chance de completar seu sonho de menino!
Construir um hospital em sua terra que atendesse às necessidades da saúde do povo do seu Nordeste.
Foi buscar modelos onde já existia a medicina que desejava. Construiu um grande hospital onde pretendia trabalhar ao deixar a política. O hospital era grande como o sonho e chegou a ser denominado de ELEFANTE BRANCO. Diziam alguns que era um exagero para a cidade. Mas para quem o projetou, ele devia ultrapassar seu tempo para que chegasse quem sabe aos 83 ou 100 anos com uma estrutura capaz de suportar a evolução da ciência médica.
O menino desta história se chamava LEONIDAS DE CASTRO MELLO, que nunca esqueceu a morte do seu grande amigo Zuza, aos seis anos de idade, na cidade de Barras, no Estado do Piauí.
Assim nasceu nosso Hospital Getúlio Vargas, nosso querido ELEFANTE BRANCO DA SAÚDE!
(*) Socorro Melo é professora aposentada da Universidade Federal do Piauí e filha de Leônidas Melo, idealizador e construtor do HGV. Autora do livro “Assim vi meu pai”.

Hospital Getúlio Vargas, em seus primeiros anos.
“Piauí: Oportunidades de Investimentos”, o novo livro do advogado, escritor e professor Magno Pires, foi lançado neste sábado (17/02) na Academia Piauiense de Letras.
A apresentação da obra foi feita pelo historiador, professor e acadêmico Fonseca Neto, vice-presidente da APL e presidente do Instituto Histórico e Geográfico do Piauí.
Segundo Fonseca Neto, o novo livro de Magno Pires oferece “levantamento da infraestrutura física e social existente nas regiões e municípios mais ricos, que possibilitam aos empreendedores optar e/ou decidir o melhor local para implantar o seu projeto”.
“Nosso trabalho é um retrato das oportunidades de investimento no Estado”, esclarece o autor.
O lançamento na APL foi prestigiado por intelectuais, políticos, empresários, familiares e outros convidados.
Com 300 páginas, o novo livro de Magno Pires foi publicado pela Bienal Editora e terá outros lançamentos em Teresina e nos municípios do interior do Piauí.
O autor
Magno Pires é advogado, administrador de empresas, professor e jornalista. Foi secretário de Estado da Administração. Consultor empresarial e advogado aposentado da AGU. É secretário geral da APL e presidente do Instituto de Águas e Esgotos do Piauí (IAEPI).
(Imagens: Jairo Moura)

Magno Pires no lançamento de seu novo livro na APL.

Presidente da Assembleia, deputado Franzé Silva, e outras personalidades na mesa de honra.


Acadêmico Fonseca Neto apresenta livro de Magno Pires.

Magno Pires com membros da Academia Piauiense de Letras.

O autor com os acadêmicos Plínio Macêdo, Itamar Costa e Felipe Mendes.

Com os presidentes da OAB-PI, Celso Barros Neto, e do Conselho Estadual de Cultura, Nelson Nery.

Com a presidente da APL, Fides Angélica Ommati.


Nesta quinta-feira (20/04) comemora-se o Dia do Disco de Vinil. O Google registra que muitos apostavam que o formato do velho LP seria esquecido. Em tempos de música por streaming, depois da pandemia, pela primeira vez as vendas de LPs ultrapassaram as de CDs.
No livro Carnaúba – Uma riqueza do Piauí, lançado em 2020 pela Bienal Editora, em edição bilíngue, o jornalista Zózimo Tavares traz uma entrevista com o jornalista Miguel Ângelo de Azevedo, o Nirez, dono da maior coleção de discos de cera do mundo.
Hoje com 88 anos, há mais de 50 ele apresenta em Fortaleza um programa radiofônico intitulado “Arquivo de Cera”, o único do Brasil que toca exclusivamente gravações originais em discos 78 Rotações Por Minuto (RPM).
Essas músicas dominaram o mercado brasileiro entre 1902 e 1964, período áureo do disco de cera.
O livro de Zózimo Tavares traz uma pesquisa sobre o uso da carnaúba na fabricação de discos e a contribuição que o Piauí deu para a indústria fonográfica e para o mundo.


O espetáculo “Sociedade dos Poetas Trágicos”, com direção do dramaturgo Ací Campelo e baseado na obra homônima do jornalista Zózimo Tavares, volta ao palco na próxima sexta-feira, dia 27.
A peça será encenada no Espaço Cultural Oficina da Palavra, na Rua Benjamin Constant, 1400 – Centro-Norte, a partir das 19h.
O espetáculo foi montado pela companhia A&C Produções Culturais, sendo comtemplado pela Lei Aldir Blanc com o Prêmio Maria da Inglaterra, da Secretaria Estadual de Cultura.
A realização é da Fundapi, com entrada franca.
A apresentação de estreia foi no Clube dos Diários, em 29 de outubro do ano passado.
A peça
O espetáculo traz à tona o talento e a criatividade de dez jovens poetas piauienses que viveram ou morreram de forma trágica.
A peça “Sociedade dos Poetas Trágicos” é uma visita ao livro com o mesmo título escrito e publicado pelo jornalista e escritor Zózimo Tavares. A obra foi publicada em duas edições (2004 e 2006).
Os poetas piauienses que saem do livro e sobem ao palco são: Alcides Freitas, José Newton de Freitas, Licurgo de Paiva, Lucídio Freitas, Mário Faustino, Nogueira Tapety, Paulo Veras, Ramsés Ramos, Torquato Neto e Zito Batista.
FICHA TÉCNICA
Atores: Maria Miriam, Yan Lima e Sérgio Santos.
Dramaturgia e direção: Ací Campelo
Produção Executiva: Edson Júnior
Músicos: Jorge Luiz e Augustu E verthon
Designer de luz e operação: Assaí Campelo
Designer de som e operação: José Dantas
Figurino e adereços: Siro Siris
Confecção de figurino: Belinha Cardoso
Designer Gráfico: Paulo Moura
Preparação de elenco: Jesus Viana
Cenografia: Edmar Aquino
Fotografias, vídeo e filmagem Live: Sketh Filmes
Linguagem de Libras: Branco Acessibilidade Comunicacional
Realização: A&C Assessoria e Promoções Culturais
Apoio: Escola Técnica de Teatro Gomes Campos e Bienal Editora

Por João Cláudio Moreno (*)
Símbolo vegetal do Piauí (está presente até no brasão oficial do Estado), riqueza máxima que possibilitou a urbanização e a pujança da economia de alguns centros piauienses, no passado,
Faltava em nossa bibliografia uma obra referente e considerável. O Governo entendeu isto, Zózimo topou a parada. Fabio Novo estimulou, e viabilizou a obra através do Siec/Lei Aldir Blanc com os recursos necessários, e a obra surgiu: eu fui um dos primeiros a receber, cortesia do amigo @zozimotavares … Posso garantir que o trabalho está uma beleza.
É importante ressaltar a qualidade do talento do @paulothemoura, ele é quem cuida da forma de todos os conteúdos impressos do Zózimo.
Merece, sim, uma live solene, bem participada.
Preencheu uma lacuna, onde ainda sobra muito espaço.
Muitas vezes ainda deveremos voltar ao tema. E o Estado, independente de quem seja o governador, deve sempre incentivar atitudes nesse campo…
Falta, no entanto, ainda, sobre a carnaúba, uma contribuição literária.
Precisamos ter um romance sobre o ciclo da carnaúba, um e vários. Tal qual como Jorge Amado fez com o cacau na Bahia, e Márcio de Sousa, com a borracha, na Amazônia.
Tomara que não demore!
(*) Publicado nas redes sociais, em 24 de maio de 2021
A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, recebeu hoje (26/05) um exemplar do livro “Carnaúba, uma riqueza do Piauí”, lançado na segunda-feira passada pelo jornalista Zózimo Tavares.
O livrou foi um presente do advogado Germano Coelho, superintendente do Ministério da Agricultura no Piauí.
O superintendente foi a Brasília para levar à ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento pautas apresentadas pelos produtores da Associação dos Produtores de Soja do Piauí (APROSOJA).
O livro entregue à ministra conta a história da carnaúba, o segundo item da pauta de exportação do Piauí, atrás apenas do agronegócio, impulsionado nos últimos anos pela explosiva produção de grãos nos cerrados.
A obra foi publicada com o patrocínio da Lei Aldir Blanc (Governo Federal), depois de ser contemplada com o Prêmio Maria da Inglaterra (Secretaria Estadual de Cultura).
O governador Wellington Dias participou na noite de ontem (24/05) da live de lançamento do livro “Carnaúba, uma riqueza do Piauí”, realizada através dos canais digitais do Governo do Estado.
Wellington Dias instituiu a carnaúba como árvore-símbolo do Piauí em 2017 e, depois da leitura do livro do jornalista Zózimo Tavares, declarou: “É um trabalho importante. Recomendo a cada piauiense que adquira o livro para si e também para presentear alguém do Brasil ou do mundo inteiro, pois a obra é bilíngue, em português e inglês”.
Livro premiado
A apresentação da live foi do secretário de Cultural, jornalista e deputado estadual Fábio Novo. Ele informou que o livro foi contemplado pela Lei Aldir Blanc com o Prêmio Maria da Inglaterra.
Também destacou que, dos 1.400 projetos culturais premiados no Piauí, “Carnaúba” era o primeiro a ser executado. Ele falou ainda da importância da carnaúba, destacando que dela tudo se aproveita – da raiz às palhas.
Carnaúba na história
O presidente do Conselho Estadual de Cultura, jurista e acadêmico Nelson Nery Costa, apontou a relevância da carnaúba para a economia e para a cultura piauienses.
Ele disse que o ciclo extrativista, no qual a carnaúba se destacou, deu impulso à industrialização do Piauí.
O presidente do Conselho disse também que a carnaúba se faz presente na literatura piauiense desde o romance “Ataliba, o vaqueiro”, de Francisco Gil Castelo Branco, publicado em 1880.
Ele destacou ainda que uma das páginas mais trágicas e heroicas do Piauí, a Batalha do Jenipapo, ocorrida em 13 de março de 1823, teve como cenário os carnaubais de Campo Maior.
O jornalista Zózimo Tavares informou que a ideia do livro foi do governador Wellington Dias, que também idealizou a live de lançamento da obra. Ele disse que a carnaúba é um patrimônio natural, econômico, social e cultural do Piauí.
FICHA TÉCNICA:
Título: “Carnaúba, uma riqueza do Piauí” (Carnauba a wealth of Piaui)
Autor: Zózimo Tavares
ISBN: 978-85-67525-10-5
Páginas: 168
Formato: 20×20
Preço: R$100 (frete grátis para todo o Brasil)
Link de venda: www.benal.editora.com.br e WhatsApp: (86) 9 9559-5252
O livro “Carnaúba, uma riqueza do Piauí” (Carnauba a wealth of Piaui) será lançado nesta segunda-feira (24/05), às 19h, no formato virtual.
A live de lançamento contará com a presença do governador Wellington Dias; do secretário de Cultura, deputado Fábio Novo; do presidente do Conselho Estadual de Cultura, Nelson Nery, e do autor, jornalista Zózimo Tavares.
A obra, em edição de luxo e bilíngue (português e inglês), conta a história da carnaúba, sua participação nos ciclos econômicos do Piauí e seus multiusos.
A obra é ilustrada com fotografias de Aureliano Müller, Ehrlich Cordão, Juscelino Reis e Valdeci Ribeiro. A versão para a língua inglesa é da jornalista Biá Boakari.
Prêmio
A livro sobre a carnaúba, árvore-símbolo do Piauí, foi produzido pela Bienal Editora, mobilizando uma equipe de dez profissionais, coordenada pelo jornalista Zózimo Tavares.
É o primeiro projeto de literatura contemplado com o Prêmio Maria da Inglaterra/Lei Aldir Blanc a ser executado.
LINK de acesso ao lançamento: https://youtu.be/BFjePIFpkdc
FICHA TÉCNICA:
Título: “Carnaúba, uma riqueza do Piauí” (Carnauba a wealth of Piaui)
Autor: Zózimo Tavares
ISBN: 978-85-67525-10-5
Páginas: 168
Formato: 20×20
Preço: R$100 (frete grátis para todo o Brasil)
Onde compar: bienal.editora.com.br e WhatsApp (86) 9 9559-5252